Optchá meu Povo Cigano!!

Optchá meu Povo Cigano!!
Fatima Silva Amaya

Gitana Fatima Silva Amaya

16 de fevereiro de 2011

Curiosidades ( Cigana )

A família é sagrada para os ciganos. Os filhos normalmente representam uma forte fonte de subsistência. As mulheres através da prática de esmolar e da leitura de mãos. Os homens, atingida uma certa idade, são freqüentemente iniciados em outras atividades como acompanhar o pai às feiras para ajudá-lo na venda de produtos artesanais.

Além do núcleo familiar, a família extensa, que compreende os parentes com os quais sempre são mantidas relações de convivência no mesmo grupo, comunhão de interesses e de negócios, possuem freqüentes contatos, mesmo se as famílias vivem em lugares diferentes.

Um exemplo de classificação da sociedade cigana (tirado em parte do livro Mutation Tsigane, de J.P.Liégeois)::

grupo > subgrupo> nátsija (nacionalidade) > vítsa (descendência, leva o nome do chefe da estirpe) > família > indivíduo

ROM
Kalderásha
Serbijája (Sérvios)
Minéshti
Demítro
x, y, ...........
Márcovitch
Ianov
Jinov
x, y, ...........
outros
x, y, ...........
Papinéshti
Jonéshti
Frunkaléshti
outros
Moldovája (Moldávios)
Demóni
Jonikóni
Poróni
outros
Grekúrja (Gregos)
Bedóni
Kiriléshti
Shandoróni
outros
Vúngrika (Húngaros)
Jonéshti
outros
Hokrakané ou Horahanê (Turcos)
Taierovitchi
Marcovitchi
outros
Lovára
Machwáya
Ivanovitchi
Boyásha (Ciganos de Circo)
outros

SINTI (ou MANUSH)
Gáchkane (Alemães) etc.
Estrekárja (Austríacos) etc.
Valshtiké (Franceses)
Piemontákeri (Piemonteses)
Lombardos
Marquigianos
outros

KALÉ (ou GITANOS ou CIGANOS)
Catalães etc.
Andaluzes
Portugueses

Nota:

Enquanto que entre os Rom a classificação em "subgrupos" acontece com base em identificação de tipo ergonímico (denominação que traz origem na profissão tradicionalmente exercida), entre os Sintos e os Kalé os subgrupos são geralmente designados segundo um conceito de natureza toponímica (referindo-se a lugares de assentamento histórico).

Diferentemente dos Rom, estes não conhecem outras classificações de "nátsija" e de "vítsa". Pode-se porém afirmar que o subgrupo entre os Sintos e os Kalé na realidade corresponda à "nátsja" dos Rom.

Com base nisso, o esquema de classificação social desses dois grupos pode ser configurado do seguinte modo:

grupo > subgrupo (= nátsija)> família > indivíduo

Além da família extensa, há entre os rom um conjunto de várias famílias( não necessariamente unidas entre si por laços de parentesco) mas todas pertencentes ao mesmo grupo e ao mesmo subgrupo.

O nômade é por sua própria natureza individualista e mal suporta a presença de um chefe: se tal figura não existe entre Sintos e Rom, deve-se reconhecer o respeito existente com os mais velhos, aos quais sempre recorrem. Entre os Rom a máxima autoridade judiciária é constituída pelo krisnítori, isto é, por aquele que preside a kris.

A kris é um verdadeiro tribunal cigano, constituído pelos membros mais velhos do grupo e se reúne em casos especiais, quando se deve resolver problemas delicados como controvérsias matrimoniais ou ações cometidas com danos para membros do mesmo grupo. Na kris podem participar também as mulheres, que são admitidas para falar, e a decisão unilateral cabe aos membros anciães designados, presididos pelo krisnítori, que após haver escutado as partes litigantes, decidem, depois de uma consulta, a punição que o que estiver errado deverá sofrer.

Recentemente, a controvérsia se resolve ,em geral, com o pagamento de uma soma proporcional ao tamanho da culpa, que pode chegar a vários milhares de dólares; no passado, se a culpa era particularmente grave, a punição podia consistir no afastamento do grupo ou, às vezes, em penas corporais.

  • Diáspora Cigana

Há cerca de mil anos, um grupo de famílias saiu da Índia em direção ao Oeste. A essa decisão – tomada em local incerto e por motivos ignorados – devemos a sobrevivência da língua romani, a alegria inigualável das orquestras ciganas presentes através dos séculos, tanto nos palácios como nas praças, as rapsódias húngaras de Franz Lizt, o flamenco espanhol, os versos do Romancero Gitano, de Frederico Garcia Lorca, a crença nos milagres de Santa Sara, a peregrinação a Saintes-Marie-de-la Mer, na França, o aparecimento dos violinistas de restaurante indicando o momento do beijo nos filmes de Hollywood da década de 50, o conhecimento de nosso destino pela leitura das linhas das mãos.



Devemos também à diáspora dos ciganos a criação de inúmeras heroínas literárias, desde ciganas legítimas – como Esmeralda amada por Quasímodo, o corcunda de Notre Dame, a Gitanilla de Miguel de Cervantes Saavedra e a Carmem de Georges Bizet – até Capitu, que apesar de brasileira tinha olhos não apenas de ressaca, mas "de cigana oblíqua de dissimulada".
Devemos aos ciganos, enfim, a interminável intriga romântica dos 155 capítulos da novela "Explode Coração", exibida pela Rede Globo, e o remorso por termos deixado que fossem exterminados em massa durante o genocídio nazista.

Nós, os "gadje" - como eles nos chamam -, tivemos pelos ciganos, nos seus mil anos de diáspora, uma atitude pendular entre o fascínio e a desconfiança. Admiramos seu estilo de vida sem âncoras nem raízes, domando ursos, negociando cavalos, trabalhando o cobre, fazendo música.

Por outro lado, os acusamos de todos os males infamantes, da feitiçaria ao canibalismo, de rogar pragas a roubar crianças. Na verdade, as crianças roubadas foram as suas. Um exemplo entre muitos: o trem que chegou a Buchenwald em 10 de outubro de 1944 trazia 800 crianças ciganas. Foram todas assassinadas nas câmaras de gás do crematório cinco.

Durante muito tempo, não acreditávamos que os ciganos tivessem sequer uma língua. Os sons que pronunciavam aos ouvidos ocidentais como algaravia, simples código para melhor enganar os "gadje". Também não sabíamos por que eram chamados ciganos ou gitanos.

A palavra cigana teria sua origem nos "atzigani", seita herética do Oriente médio, praticante da quiromancia, enquanto gitano, corruptela de egiptano (gitane, em francês, gypcie, em inglês) seria uma lembrança da passagem dos ciganos pelo Egito de nossos, não o Egito de nossos Atlas modernos, mas o chamado "pequeno Egito", ocupando o lugar da Grécia. A explicação mais usual é que seriam sobreviventes da Atlântida.

Foi preciso esperar o século XIX para que surgisse a luz. Estudos sobre as origens da língua cigana – o romani – tornaram-se verdadeira ciência graças aos trabalhos do alemão Pott, do grego Paspati, do austríaco Micklosicyh, do italiano Ascoli. Comprovaram eles que o romani pertence à família indo-européia.

Pelo vocabulário e pela gramática está ligado ao sânscrito (como o português ao latim). Fazendo parte do grupo de línguas neo-indianas, é estritamente aparentando a línguas vivas, tais como o hindi, o goujrathi, o marata e o cachemiri.

Identificando as palavras que foram incorporando-se ao idioma original e seguindo as indicações dos antropólogos, dos historiadores, das tradições orais e até dos grupos sangüíneos foi possível estabelecer com certeza a origem dos ciganos no norte da Índia.

Vieram eles do Estado atual de Délhi ou de seus arredores, muito possivelmente do Rajastão. De lá seguiram até a Pérsia, onde seu caminho se separou em tridente, uma ponta descendo para o Egito, a segunda morrendo na Armênia, a terceira avançando pela Turquia e pela Grécia, de onde os ciganos espalharam-se por toda a Europa e, atravessando o mar, pelo continente americano. No Brasil, os primeiros grupos chegaram no século XVII, ao Maranhão.

Por onde passavam, os ciganos deixavam sua marca na música e na dança. Puristas afirmam que não existem músicas e danças essencialmente ciganas, mas apenas influências, o que gera controvérsias nas classificações. Mas esse é um assunto para especialistas.

O certo é que o cigano não apenas assimilava a música dos países nos quais vivia, mas a mantinha viva, era capaz de enriquecê-la e recicla-la a sua maneira, transportando-a além das fronteiras.

Sua música encantava igualmente o povo e a aristocracia, um dos motivos pelos quais os primeiros grupos que surgiram na Europa, por volta do século XIV, foram bem recebidos.

Cedo, no entanto, surgiu o preconceito com suas conseqüências. Primeiro, a exclusão dos ritos sociais: a Igreja não enterrava ciganos em campos consagrados nem batizava seus filhos. Depois, o arsenal completo da perseguição: ferro em brasa, forca, decapitação, suplício da roda, deportação em massa.

No tempo do nazismo, os ciganos sofreram a mesma sorte dos judeus e dos homossexuais, assassinados lado a lado nos campos de concentração de Ravensbrück, Dachau, Buchenwald, Auschwitz e Birkenau. Não se sabe bem por qual razão, os nazistas permitiram que conservassem seus instrumentos musicais. A música serviu-lhes de último consolo.

Um sobrevivente não cigano relembra uma passagem do ano de 1939 em Buchenwald: "De repente, o som de um violino cigano surgiu de uma das barracas, ao longe, como que vindo de uma época e de uma atmosfera mais feliz... Árias da estepe húngara, melodias de Viena e de Budapeste, canções de minha terra".

Música Cigana

Foi na Europa central e oriental que a música cigana (vocal e instrumental) teve – e continua a ter – seu público mais fiel e apaixonado. Os elementos musicais turco-árabes, recolhidos pelos músicos ciganos nas cores dos paxás e dos beis, floresceram na Hungria com a incorporação dos instrumentos, da técnica, da orquestração e da harmonização europeus.

Familia Kalon no Brasil .

Desde o século XVII, os senhores magiares mantinham orquestras ciganas.

Dois nomes ficaram na história: o do cimbalista Simon Banyak, protegido da imperatriz Maria Teresa, e Janos Bihari, autor de "Kronunhs", música para o coração da imperatriz Maria Luisa da Hungria, em 1808.

Assim como na Hungria e na Transilvânia, os ciganos eram numerosos na Moldávia, na Valáquia e nos países que viviam a formar a Iugoslávia. Grupos de cantores ciganos foram introduzidos na Rússia pelo conde Aléxis da Moldávia, sob o reinado de Catarina, a Grande, e fizeram enorme sucesso nos anos que se seguiram à guerra de 1812 contra Napoleão.

A música cigana espanhola, conhecida desde os tempos de Cervantes, ganhou popularidade universal com o canto jondo.

Vários compositores europeus foram intensamente influenciados pelos ciganos. Além de Liszt, o mais conhecido, também Haydn, Schubert, Beethoven e Brahms.

  • Dança Cigana

Danças ciganas sempre foram atração especial nas cortes européias, a começar pela francesa. Desde o tempo de Henrique IV apresentavam-se dançarinos ciganos no castelo de Fontainebleau e na residência da marquesa de Sévigné. Moliére, em O Casamento Forçado, introduz no palco um grupo de ciganos e ciganos dançando ao som de pandeiros. Numa das apresentações, o próprio Luís XIV dançou vestido de cigano.

Na Turquia, a dança era uma das profissões ciganas mais características. O cortejo das tropas de Constantinopla que desfilou para sultão Mourad IV, no século XVII, tinha, após a seção dos músicos, uma seção de dançarinos, entre os quais numerosos ciganos.

Em Portugal, a Farsa das Ciganas, de Gil Vicente, apresentada em 1521, mostrava quatro mulheres ciganas que cantavam e dançavam.
Kalon


Foi na Espanha, entretanto e, sobretudo nas terras do sul, no antigo reinado de Granada, que a dança cigana floresceu em seu terreno mais fértil. De seu encontro com a arte árabe nasceria o inigualável flamenco da Andaluzia.

A Língua dos Ciganos

A língua cigana (o romanez) é uma língua da família indo-européia. Pelo vocabulário e pela gramática, está ligada ao sânscrito. Fazendo parte do grupo de línguas neo-indianas, é estreitamente aparentada a línguas vivas tais como o hindi, o goujrathi, o marathe, o cachemiri. No entanto, eles assimilariam muitos vocábulos das línguas dos países por onde passaram.

Religião dos Ciganos

Os ciganos, ao deixarem a Índia, não carregaram suas divindades. Eles possuíam na sua língua apenas uma palavra para designar Deus (Del, Devel). Eles se adaptaram facilmente às religiões dos países onde permaneceram. No mundo bizantino, tornaram-se cristãos. Já no início do século XIV, em Creta, praticavam o rito grego.

Nos países conquistados pelos turcos, muitos ciganos permaneceram cristãos enquanto que outros renderam-se ao Islã. Desde suas primeiras migrações em direção ao Oeste eles diziam ser cristãos e se conduziam como peregrinos.

A peregrinação mais citada em nossos dias, quando nos referimos aos ciganos, é a de Saintes-Maries-de-la-Mer, na região da Camargue (sul da França). Antigamente era chamada de Notres-Dames-de-la-Mer. Mas não foi provado que, sob o Antigo Regime, os ciganos tenham tomado parte na grande peregrinação cristã de 24 e 25 de maio, tão popular desde a descoberta no tempo do rei René, das relíquias de Santa Maria Jacobé e de Santa Maria Salomé, que surgiram milagrosamente em uma praia vizinha. Nem que já venerassem a serva das santas Marias, Santa Sara a Egípcia, que eles anexarão mais tarde como sua compatriota e padroeira.

A origem do culto de Santa Sara permanece um mistério e foi provavelmente na primeira metade do século XIX que os Boêmios criaram o hábito da grande peregrinação anual a Camargue.

15 de fevereiro de 2011

o Tarot Funciona ?

Você certamente, em algum momento irá se perguntar: "- Mas será que um jogo de cartas aleatórias poderia realmente falar a respeito de coisas da alma? Poderia esse oráculo falar de coisas tão profundas e ocultas com acertividade? Afinal de contas, o Tarot funciona?"

E eu categoricamente lhe respondo:

"- Sim, o Tarot funciona".

E esse fenômeno certamente jamais poderá ser explicado inteiramente. Entretanto, tenho algumas considerações pessoais a serem feitas sobre esse aspecto do jogo, além de observações a esse respeito.
Conforme todas as leituras que fiz constantes das obras e artigos dos maiores nomes do Tarot no Brasil e no mundo, como Hajo Banzhaf, Nei Naiff, Mary Steiner-Geringer, Stuart R. Kaplan, Arthur Edward Waite, Carlos Godo, Arhan, Alejandro Jodorowski, entre outros tantos tarólogos famosos, vemos que acertivividade do Tarot, seja como método divinatório ou ferramenta de auto-conhecimento é surpreendente.

Para comprovar isso considere que:

A forma como interagimos com o mundo são diferentes dentro dos níveis de consciência de que dispomos.
O consciente e inconsciente relacionam-se de forma diferente com o tempo e o espaço. 
Sendo assim, o inconsciente é capaz de "enxergar" além dos limites do tempo presente, fazendo uma ponte que une numa só coisa o presente, passado e futuro.
Isso pode ser verificado pelo que chamamos de intuição ou mesmo através de sonhos premonitórios ou alguns tipos de visões inerentes a médiuns e videntes por todo o mundo.

A linguagem da consciência se expressa por palavras, enquanto a linguagem da inconsciência se expressa por imagens. Portanto, as imagens contidas nas cartas do Tarot, referem-se aos arquétipos do inconsciente, que representam o alfabeto mais profundo de nossa personalidade e está diretamente ligado ao insconsciente coletivo.

Sendo assim, a participação efetiva da consciência nesse processo refere-se exclusivamente ao entedimento da linguagem do inconsciente através das imagens arquetípicas contidas nos Arcanos do Tarot.

E, ao que parece, quando tomamos a iniciativa de consultar um oráculo, esse já tem as respostas prontas para nos dar tendo em vista que essas respostas já estão dentro de nós de forma inconsciente. Cabe ao oráculo deixar explícito essa linguagem oculta dentro de cada um de nós, tornando-a compreensível e clara dentro dos padrões da linguagem da consciência. Por esse fato, o papel e preparo do tarólogo são fundamentais na identificação correta dos símbolos fazendo com que os mesmos sirvam de um alfabeto capaz de produzir centenas de milhares de palavras mesmo que esse alfabeto tenha, óbviamente, um número fixo de letras, como todos sabemos.

Certamente você deve estar curioso para comprovar o que estou dizendo e por esse motivo convido você a se encantar com a beleza das cartas, com as mensagens que revelam os mais profundos segredos que guardamos à sete chaves e com as cores e imagens que representam esse vasto alfabeto interior que tem o poder de desvendar qualquer causa ou efeito relacionados a um evento qualquer de sua vida amorosa, emocional, física, intelectual ou espiritual.

Marque sua  consulta e comprove pessoalmente o que esse oráculo maravilhoso pode lhe oferecer.
Tel: 4457.2932 / 7565.0842 ( Fatima Amaya )


14 de fevereiro de 2011

CIGANO YAGO

(Este Cigano é um dos Sub – Chefes direto do Cigano Artêmio, que é Mestre do Clã Espiritual)


Este Cigano protege as pessoas que sofrem por motivos de falta de saúde, os que sofrem de vícios e querem se regenerar, as pessoas sem opção na vida e que transitam à noite (é um cigano que anda nas sombras e só ataca para se defender), detesta brigas, pois sabe que sua força, mesmo moderada pode vir a machucar, protege também os músicos, os artistas e as plantações de flores.
Não se sabe a origem certa deste cigano, pois ele fala vários dialetos e idiomas, o mais marcante nele é o seu apurado gosto por música de vários estilos diferentes. Faz muitas magias tirando som das coisas, usa mãos, castanholas, 02 varinhas (tipo baquetas) e uma sacola com objetos e coisas de origem árabe, como snujjis, (chama-se esnuje, são pequenos sinos que se coloca nos dedos, usados na dança do ventre), fumo mentolado, nozes e frutas secas. Em vida foi um grande músico (violinista), por isso conhece todas as faces das pessoas quando ouvem determinados sons, e define muito bem quando a pessoa esta mentindo. Seus protegidos têm voz marcante, e a maioria tem dons artísticos. Ele ajuda aos que se enganam e não querem ver a verdade, para estes ele fala de um modo até por vezes ríspido, para que a pessoa veja a situação real das coisas.
Seus instrumentos musicais servem para evocar os amigos astrais, toca também violino, enfeitiçando a todos. Não dispensa o lenço, as baquetas e as nozes. Seu vinho deverá ser distribuído enquanto ele da suas consultas. Faz passos leves de dança, como se estivesse ouvindo um violino muito bonito. 

Trabalha com ciganas astrais incorporadas ou não, é um comandante suave porém firme. Fala baixo, e só sorri com vontade quando tem criança por perto (ele adora). Descobre mentiras sem procurar saber, é como se o vento viesse lhe contar. Ama os animais e as plantas. Seu trabalho astral é firme, mas não é muito de vir a terra, a ser que o chamem para integrar clãs ou fazer feitiços específicos. Nunca deixa seus protegidos sozinhos, ainda mais quando estão trabalhando com o astral, fica sempre por perto e se necessário, vem até a terra, para resolver os problemas. Muitas casas que recebem Yago, colocam um cd de violino (músicas lentas), para agradá-lo.


Ele trabalha com várias magias, quando oferece o galler kuta (figo seco) para alguém, a pessoa deve comer na hora em que ele mandar, pois seus alimentos são imantados, e podem ser talismãs comestíveis na hora da resolução de problemas. Trabalha também com um pote de vidro e 07 moedas de cobre com o valor para cima e coloca em cima sal grosso e água, quando evaporar a água, o pote fica coberto de sal, significando que a energia negativa do ambiente foi tirada. Quando em locais de atendimento espiritual deve-se trocar a cada 15 dias.
Ele prediz com cristais, moedas, baralho e através da natureza (olhando o céu, o sol, a lua e o vento). Suas consultas devem ser breves, a não ser que o problema seja de saúde. Com suas baquetas ou castanholas, ele faz sons e muitos consulentes “caiam em transe na hora da consulta” é um sinal de que estão precisando trabalhar espiritualmente na linha cigana.
Obs: Quando ele joga os cristais e o baralho junto, é porque a pessoa esta precisando demais. E chama os ciganos da terra para fazer uma roda cigana, para poder ajudar o consulente. Nunca minta para este cigano, nem médium, nem consulente, pois tudo ele descobre.
Sensações comuns na incorporação de Yago: Sensação de ter responsabilidade pelos demais, dor no umbigo e nas costas, aumento de tamanho das costas, sensação de poder, mãos quentes, vontade de ouvir músicas de violino, sensação de poder e vontade de cuidar de plantas e animais. 




12 de fevereiro de 2011

Origem do povo gitano


A ORIGEM

A origem indiana dos ciganos é hoje admitida por todos os estudiosos. População indo-européia, mais especialmente indo-iraniana: não há dúvidas quanto ao que diz respeito à língua e à cultura. Os indianistas modernos, no entanto, têm tendência a não considerá-lo um grupo homogêneo, mas um povo viajante muito antigo, composto de elementos diversos, alguns dos quais poderiam vir do sudeste da Índia. 
A maior parte dos indianistas, porém, fixa a pátria dos ciganos no noroeste da Índia. A maioria, igualmente, os ligam à casta dos párias. Isso em parte por causa de seu aspecto miserável, que não se deve a séculos de perseguição, pois foi descrito bem antes da era das perseguições. Também por causa dos empregos subalternos e das profissões geralmente desprezadas na Índia contemporânea pelos indianos que lhes parecem estreitamente aparentados. 


Um dos nomes mais freqüentemente dados aos ciganos era o de Egypcios. Por que esse nome, por que os títulos de duque ou conde do Pequeno Egito adotados com freqüência pelos chefes ciganos? Uma crônica de Constâncio menciona os "Ziginer", que visitam, em 1438, a cidade de uma ilha "não distante do Pequeno Egito". Um dos principais centros na costa do Peloponeso encontrava-se ao pé do monte Gype, conhecido pelo nome de Pequeno Egito. 

Pode-se perguntar por que o local era chamado de Pequeno Egito. Não seria justamente por causa da presença dos Egypcios? O certo é que não pode se tratar do Egito africano. O itinerário das primeiras migrações ciganas não passa pela África do Norte. O geógrafo Bellon, ao visitar o vale do Nilo no século XVI, encontra, diz ele, pessoas designadas de Egypcios na Europa, pessoas que no próprio Egito eram consideradas estrangeiras e recém-chegadas.


Nenhum argumento histórico ou lingüístico permite confirmar a hipótese de algum êxodo dos ciganos do Egito, ao longo da costa africana para ganhar, pelo sul, a península ibérica. Ao contrário, os ciganos chegaram à Espanha pelo norte, depois de terem atravessado toda a Europa. 

O cigano designa a si próprio como Rom, pelo menos na Europa (Lom, na Armênia; Dom, na Pérsia; Dom ou Dum, Síria) ou então como Manuche. Todos esses vocábulos são de origem indiana (manuche, ou manus, deriva diretamente do sânscrito) e significam "homem", principalmente homem livre. "Rom" e "Manuche" se aplicam a dois dos principais grupos ciganos da Europa Ocidental. Uma designação logrou êxito, a de uma antiga seita herética vinda da Ásia Menor à Grécia, os Tsinganos, dos quais subsistia - quando da chegada dos ciganos à terra bizantina - a fama de mágicos e adivinhos. 


Os gregos diziam Gyphtoï ou Aigyptiaki; os albaneses, Evgité. Depois que partiram das terra gregas, ficou-lhes esse nome, sob diversas formas. O nome Égyptien era de uso corrente na França do séc. XV ao XVII. Em espanhol, Egiptanos, Egitanos, posteriormente Gitanos (de onde surgiu Gitans em francês); às vezes em português Egypcios; em inglês Egypcians ou Egypcions, Egypsies, posteriormente Gypsies; em neerlandês, Egyptenaren, Gipten ou Jippenessen.



HISTÓRIA DOS CIGANOS
Gypsies, gitanos, zíngaros, ciganos...
Há poucos registos sobre a origem dos ciganos, que permanece um mistério. O que hoje se sabe, graças a indícios nos vários dialetos do seu idioma – o romani – é que vieram do norte da Índia para o Médio oriente há cerca de mil anos. Trabalhavam como menestréis e mercenários, ferreiros e artistas, damas de companhia e aios. Acreditando que os ciganos vinham do Egito, os ingleses chamaram-nos de "gypsies". Porém, os ciganos chamam a si próprios "rom", que significa "homem" no seu idioma.

Distribuíram-se por várias zonas da Europa, mas as razões históricas que levaram ao seu nomadismo devem-se essencialmente à sua difícil integração social. Devido ao tom escuro da sua pele, eram vistos nas terras onde chegavam pelos gadje (estrangeiros em romani) como malditos ou enviados do demônio. Por outro lado, o fato de alimentarem práticas de quiromancia e adivinhação fez com que fossem repudiados pela Igreja Católica e pelas diferentes religiões cristãs.

Na Europa, a perseguição aos ciganos não se fez esperar. O Estado, que viu no seu nomadismo uma ameaça social, mais propriamente através da Inquisição, desencadearam os seus mecanismos de perseguição. Os ciganos foram assim proibidos de usar os seus trajes típicos, cujas cores berrantes e gosto extravagante fugiam à norma social, de falar a sua língua, de viajar, de exercer os seus ofícios tradicionais ou até mesmo de se casar com pessoas do mesmo grupo étnico. Isto fez com que os traços fisionômicos doa ciganos se alterassem, e por isso não é hoje invulgar encontrar ciganos de olhos claros e cabelo louro. Em alguns países foram mesmo reduzidos à escravidão: na Romênia, os escravos ciganos só foram libertados em meados do séc. XIX. Em períodos mais recentes, juntamente com os judeus, prevê-se que talvez cerca de meio milhão tenha perecido no Holocausto nazi. Os seus cavalos foram mortos a tiro, os seus nomes alterados (daí que não seja invulgar encontrar ciganos com nomes dos gadje) e as suas mulheres foram esterilizadas. Os seus filhos foram brutalmente retirados às suas famílias e entregues a famílias não-ciganas. Esta prática foi vigente na Suíça até 1973.

No entanto, e apesar destas chacinas e perseguições, o nº de ciganos vem aumentando. Estima-se que hoje existam entre 8 a 12 milhões de ciganos dispersos pela Europa, o que os torna a minoria mais populosa do continente europeu. É difícil determinar o nº exacto, pois há ainda muitos ciganos vivendo na ilegalidade e sem qualquer registo. Centenas de milhares de ciganos emigraram para o continente americano. Os ciganos, ao contrário dos judeus, nunca demonstraram um desejo de ter o seu próprio país, assumindo-se párias. Nas palavras de Ronald Lee, escritor cigano nascido no Canadá, "a pátria dos rom é onde estão os meus pés".



No passado, os ciganos eram freqüentemente punidos com a deportação. Alguns chegaram à América do Norte como prisioneiros ou servos sobre contrato, pouco após o desembarque em Plymouth dos primeiros colonos ingleses em 1620. Foram expulsos da Inglaterra por força de várias leis, entre as quais a Lei para o Castigo de Malfeitores, Vagabundos e Mendigos Inveterados, do séc. XVI. Porém, a maioria dos ciganos que hoje vivem nos EUA - as estimativas variam de 75 mil a 1 milhão - veio da Europa Central e Leste Europeu.

Após a Segunda Guerra Mundial, muitos ciganos das áreas rurais da Eslováquia foram forçados pelos governos a trabalhar nas fábricas da Morávia e da Boémia, as regiões centrais, mais industrializadas, do território checo. Porém, em 1989, com a Revolução de Veludo e o fim do comunismo no país, os ciganos foram os primeiros a perder os seus empregos, até então garantidos por um regime que pregava a igualdade e homogênea social. É verdade que existe uma pequena e assimilada elite intelectual cigana, mas a maioria dos ciganos da Europa Central ainda vivem em esquálidos cortiços das grandes cidades. Junte-se a isso as perspectivas econômicas sombrias, um surto de ataques neonazis e o fascínio que a prosperidade ocidental exerce e temos um panorama desolador da região do mundo que mais ciganos alberga. O resultado é que milhares de ciganos emigram para países ocidentais, onde trabalham ilegalmente, pedem esmola ou buscam asilo político. Alarmada, a União Européia reage reprimindo a imigração e restringindo tanto os ciganos como os gadje. É curioso revelar que, em países como a Romênia, Hungria, Eslováquia, República Checa, Polônia e Bulgária, dos requisitos para a integração da UE faz também parte o fim de medidas discriminatórias contra os ciganos.

Ao pesquisar a origem de muitas palavras do idioma romani, delineia-se uma trilha geográfica que permite localizar os roms na Índia, há mil anos atrás. Uma teoria sugere que os roms saíram da Índia para fugir dos muçulmanos. Depois de atravessarem a Pérsia e viverem durante séculos no Império Bizantino, foram para norte no séc. XIV. Portugal foi um dos países que deportou muitos ciganos para as suas colônias, neste caso África e Brasil. 



No final do séc. XIX houve uma terceira migração de roms do leste Europeu para os EUA. Sem pátria, num mundo onde tudo muda a uma velocidade alucinante, o destino previsto para os roms é, muitas vezes, sombrio. Mas a história comprova que o grande talento deles foi conseguir sobreviver à hostilidade dos seus hospedeiros, sempre infinitamente mais poderosos. Para resistir aos golpes da animosidade e ao abraço forçado da assimilação, permaneceram fiéis ao espírito livre do seu povo.
  
Ciganos é um exônimo para roma (singular: rom; em português, "homem") e designa um conjunto de populações nômades que têm em comum a origem indiana e cuja língua provinha, originalmente, do noroeste do subcontinente indiano.


Essas populações constituem minorias étnicas em inúmeros países, entre a Índia e o Atlântico, e são conhecidas por vários exônimos. O endônimo "rom" foi adotado pela União Romani Internacional ( em romani: Romano Internacionalno Jekhetanipe) e pelas Nações Unidas.



Na Europa, esses povos, de origem indiana e língua romani, são subdivididos em diversos grupos étnicos:
Rom ou roma propriamente ditos, presentes na Europa centro-oriental e, a partir do século XIX, também em outros países europeus e nas Américas;
 Sinti, encontrados na Alemanha, bem como em áreas germanófonas da Itália e da França, onde também são chamados manoush;
Caló, os ciganos da Península Ibérica, embora também presentes em outros países da Europa e na América, incluído o Brasil.
Romnichals, principalmente presentes no Reino Unido, inclusive colônias britânicas, nos Estados Unidos e na Austrália.


Além de migrarem voluntariamente, esses grupos também foram historicamente submetidos a processos de deportação, subdividindo-se vários clãs, denominados segundo antigas profissões procedência geográfica, que falam línguas ou dialetos diferentes.


Em razão da ausência de uma história escrita, a origem e a história inicial dos povos roma foram um mistério por muito tempo. Até meados do século XVIII, teorias da origem dos roma se limitavam a especulações. No final do século, antropólogos culturais levantaram a hipótese da origem indiana dos roma, baseada na evidência linguística - o que foi posteriormente confirmado pelos dados genéticos.


Em 1777, Johann Christian Cristoph Rüdiger, professor da Universidade de Halle, na Alemanha, em carta ao linguista Hartwig Bacmeister, sugere uma possível ligação entre o romani e as línguas da Índia. Rüdiger baseava suas conjecturas em pistas fornecidas pelo próprio Bacmeister e por seu professor, Christian Büttner, mas também na sua própria pesquisa, realizada com a ajuda de uma falante de romani, Barbara Makelin, e apoiada em gramáticas hindustani. A hipótese teve ampla circulação entre seus colegas acadêmicos. Em 1782, Rüdiger publicou um artigo intitulado "Sobre o idioma indiano e a origem dos ciganos",[16] no qual compara as estruturas gramaticais do romani com as do hindustani. Trabalhos seguintes deram apoio à hipótese de que a língua romani possuía a mesma origem das línguas indo-arianas do norte da Índia. Baseado no dialeto sinti, este é o primeiro esboço gramatical acerca de uma variedade do romani, e é também a primeira comparação sistemática do romani com outra língua indo-ariana.



11 de fevereiro de 2011

BARALHO CIGANO

Baralho Cigano
A Cartomancia, é um dos costumes ciganos mais conhecidos, afinal muitas pessoas recorrem a este povo para saber o futuro pelas cartas. De acordo com a tradição, o Baralho Cigano só poderá ser lido por mulheres, pois trazem em seu interior a energia da lua (o oculto), tendo a luz da vidência , o dom do sentir, pressentir e interpretar.
Para a leitura das cartas, as ciganas utilizam um baralho comum, desses usados para jogos de azar, retirando o curinga e as cartas que vão do dois ao cinco, restando 36 cartas que são utilizadas para a leitura.
O Povo Cigano associou à essas cartas algumas figuras do seu simbolismo esotérico, cujo significado veremos mais adiante.
As correspondências entre as cartas comuns e as figuras acontece de forma natural para os Ciganos, porém para os não-ciganos torna-se um tanto difícil fazer essa associação, felizmente existe no mercado versões do baralho com as figuras impressas o que facilita muito o aprendizado e sua interpretação.


Baralho Cigano


  • COMO CONSAGRAR O SEU BARALHO
Antes de usar as cartas , é preciso que tome algumas providências, para consagrar o seu baralho, sem o que ele não passará de cartas para um jogo profano.
Empilhe suas cartas, à noite, sobre um copo com água e sal , para que a água com o sal retire os fluídos negativos das suas cartas, faça uma oração ao seu Anjo Guardião ou outra oração de sua preferência.
( Repita sempre após terminar uma leitura ).

  • COMO GUARDAR E PROTEGER O SEU BARALHO
Após a consagração ou após a limpeza depois de uma consulta, embrulhe seu baralho em um pano vermelho e guarde-o em um local fora do alcance de outras pessoas, nunca use suas cartas para jogos de azar e não permita que manuseiem o seu baralho.

Baralho Cigano
COMO PREPARAR-SE PARA A LEITURA DAS CARTAS
Para jogar procure se isolar. Busque também conforto, pois o local escolhido será o seu templo para leituras. Ali, exercitará seu poder de prever o futuro.
Antes de começar a leitura, faça a Oração à Santa Sarah ou outra oração à sua escolha, concentre-se com o objetivo de limpar o espírito e a mente das energias ruins.
Lave as mãos e beba um pequeno gole de água, simbolizando a purificação, estenda um pano branco sobre a mesa onde vai deitar as cartas, sob esse pano coloque um punhal, com a ponta voltada para o consulente, à sua direita uma taça com água com uma ametista dentro, à esquerda uma vela branca. Acenda um incenso de sua preferência. Você pode também decorar sua mesa com flores, frutas, cristais, pedra de rio e outros objetos que julgar necessário.
Lembre-se sempre de estar invocando as forças dos quatro elementos :
TERRA, FOGO, ÁGUA e AR.


Os ciganos preservam e utilizam muito os elementos da natureza em seus rituais. Acreditam que o Fogo queima a negatividade e ilumina a positividade. A vela, para eles concentra as energias dos quatro elementos. A Água e a Terra são representados pela cera e o pavio. O Fogo é a chama e o Ar (oxigênio) a mantém viva (acesa).


COMO INTERPRETAR AS CARTAS
As mensagens do Baralho Cigano representam e se encaixam na sua realidade. Mas nem sempre são mensagens diretas. Por isso, é muito importante a sua interpretação.
Para iniciantes é recomendável o método das três cartas, que podem representar :
 •  Passado, Presente, Futuro.
 •  O Problema, A causa, A solução.
 •  Outras interpretações que mandar a sua intuição.


O MÉTODO DE TRÊS CARTAS
Tire três cartas do monte e vá fazendo a interpretação de acordo com a pergunta que formulou. É claro que algumas cartas não se referem exclusivamente àquilo que perguntou. Mas, com intuição, você vai conseguir interpretar com toda certeza. Se, por acaso, o assunto, ou a pergunta que você fez ficou sem uma conclusão, vire mais duas cartas para poder finalizar o assunto.
Além desse método existem outros de maior dificuldade, que são:
 •  Relacionamentos - 7 Cartas
 •  Encantamento Cigano - 7 Cartas
 •  A Roda Mística - 9 Cartas
 •  A Pedra Dourada - 15 Cartas
 •  A Mesa Real - 36 Cartas


IMPORTANTE: as cartas A Cigana e O Cigano representam você ou a pessoa para quem está lendo. Durante a leitura, verá que algumas falam sobre isso. Se uma delas aparecer, quer dizer que a resposta está vindo diretamente para você, sem rodeios. Se não aparecer, faça a interpretação do conjunto das três cartas. Se a questão for bem objetiva, tipo sim ou não, a regra é: se a primeira carta for positiva, a resposta é sim. Se for negativa, não. Faça quantas perguntas quiser, virando três cartas.
  • O SIMBOLISMO DAS CARTAS


1 - O MENSAGEIRO - NOVE DE COPAS
SIMBOLOGIA - Esta figura significa o homem em ação, em busca da sabedoria, da autoconfiança e do conhecimento interior. Também é a criatividade presente no ser humano. Representa as ações, A capacidade de mudar o rumo das coisas.
MENSAGEM - Alcançará seus objetivos. Se estiver rodeada de cartas negativas, sua sorte está ameaçada.


2 - O TREVO - SEIS DE OUROS
SIMBOLOGIA - Este arcano é representado por um trevo de quatro folhas. Significam os tropeços da vida, as desorientações, mas que não trazem muitas preocupações, porque são problemas passageiros, de fácil solução.
MENSAGEM - As dificuldades serão passageiras, se acreditar que possui a força infinita da sabedoria.


3 - O NAVIO - DEZ DE ESPADAS
SIMBOLOGIA - É representado pela figura de um navio em águas revoltas. Estas águas significam a segurança na perigosa viagem da vida. Esta carta enfatiza a importância de todos os sentimentos.
MENSAGEM - Mudanças positivas em todos os aspectos: físico, espiritual e material. Se vier perto da carta que significa você, é sinal de viagem breve.


4 - A CASA - REI DE COPAS
SIMBOLOGIA - É representada pela figura de uma casa que mostra seu próprio lar e todos que dele participam. Indica a confiança, a prosperidade, o amor e o apoio familiar. Também significa o equilíbrio cósmico.
MENSAGEM - Quando estiver localizada abaixo do que designa você, é melhor ficar alerta com as pessoas ao seu redor. Do contrário, terá sorte.


5 - A ÁRVORE - SETE DE COPAS
SIMBOLOGIA - Tal como o elemento que representa, esta lâmina demonstra a fertilidade permanente na vida do ser humano, a troca de energias positivas e também a força da vitalidade que existe em cada um.
MENSAGEM - Quando esta carta aparece longe de que indica você, é sinal de boa saúde. Quando aparece perto, indica sorte e progresso.


6 - AS NUVENS - REI DE PAUS
SIMBOLOGIA - É simbolizada por um céu cinzento e assustador. Significa a instabilidade emocional, sensação de incapacidade em resolver os problemas. Também é sinal de mudanças lentas, tristeza.
MENSAGEM - As mudanças de sua vida deverão ser vagarosas, de acordo com as necessidades. Os momentos de tristeza serão passageiros.


7 - A SERPENTE - DAMA DE PAUS
SIMBOLOGIA - Nesta carta, aparece a figura de uma serpente venenosa. Esta lâmina que tem muita carga negativa, significa que traições e forças externas ocultas estão agindo em seu campo astral.
MENSAGEM - Se este arcano estiver perto da carta que representa você, é sinal que poderá passar por alguns riscos como traições.


8 - O CAIXÃO - NOVE DE OUROS
SIMBOLOGIA - É simbolizada pela figura de um caixão de defunto que representa momentos de ruptura. Por outro lado, refere-se às forças ocultas do inconsciente que podem levar à destruição, mas também a evolução.
MENSAGEM - Se estiver afastado da figura que representa você, é sinal de mudanças benéficas. O contrário, significa acontecimentos ruins.


9 - AS FLORES - DAMA DE ESPADAS
SIMBOLOGIA - As flores simbolizam a felicidade, alegria e beleza, a fraternidade e a união das pessoas. Também indica a realização de todas as possibilidades e sonhos.
MENSAGEM - Esta carta representa a felicidade em todos os aspectos da vida. É um arcano ligado à alegria, realização em todos os setores da vida.


10 - A FOICE - VALETE DE OUROS
SIMBOLOGIA - Uma foice ceifando o trigo representa a destruição do tempo, a morte. É a perda dolorosa no momento certo, o perigo, a transformação e o desprendimento.
MENSAGEM - Esta lâmina traz perigo de ruptura e separação. Mas se esta carta estiver rodeada de outras positivas, indica a possibilidade, uma nova chance que surge.


11 - O AÇOITE - VALETE DE PAUS
SIMBOLOGIA - Tem o símbolo de um grande chicote que representa a força, o poder mental. Também pode indicar o poder judiciário e a chance de um acordo em família.
MENSAGEM - De acordo com a situação, este arcano representa o uso abusivo da força, quando seria melhor uma conversa. Indica o emprego necessário da sabedoria e da intuição.


12 - OS PÁSSAROS - SETE DE OUROS
SIMBOLOGIA - A imagem de um casal de pássaros juntinhos num galho de árvore representa o amor. Indica uma vida sentimental feliz. Este arcano quando aparece perto da carta A SERPENTE tem toda sua negatividade neutralizada.
MENSAGEM – Indica respeito pelo par. Também é um aviso para não sufocar o companheiro de ciúme.


13 - A CRIANÇA - VALETE DE ESPADAS
SIMBOLOGIA - É a figura de uma criança inocente que representa a alegria, a própria inocência, a naturalidade e a espontaneidade ainda presente no coração das pessoas.
MENSAGEM - Esta carta traz um conselho: você deve ficar bastante atenta com atitudes impensadas, repentinas e infantis. Estas ações podem magoá-lo(a) profundamente.


14 - A RAPOSA - NOVE DE PAUS
SIMBOLOGIA - Uma raposa esperando sua caça é o que traz este arcano. Com esta figura, ele simboliza as armadilhas da vida, as traições, a deslealdade e a salvação pela astúcia.
MENSAGEM - Se aparecer perto da que representa você, é porque é muito invejado(a). Já se aparecer longe, é sinal de que está se prejudicando com sua inveja e cobiça.


15 - O URSO - DEZ DE PAUS
SIMBOLOGIA - Nesta carta, aparece a figura ameaçadora de um grande urso. Ela representa a falsidade dos amigos. Também mostra a inveja de pessoas próximas e queridas.
MENSAGEM - Você deve ter cuidado com falsos amigos, do tipo "amigo-urso". Sentimentos ruins como inveja, a cobiça podem interferir nas energias do seu campo astral.


16 - AS ESTRELAS - SEIS DE COPAS
SIMBOLOGIA - Esta grande estrela cintilante é o símbolo de sua força espiritual e da sua intuição, energias que devem vir à tona nos momentos difíceis de sua jornada.
MENSAGEM - É um sinal para que tenha fé em suas intuições. Quando o arcano As nuvens estiver por perto. Ela indica desequilíbrio na vida amorosa.


17 - A CEGONHA - DAMA DE COPAS
SIMBOLOGIA - Nesta carta, aparece uma cegonha levando um galho no bico. Este arcano representa novidades, em muitos setores de sua vida.
MENSAGEM - Simboliza o início de um novo ciclo em sua vida. Este arcano também indica que seus caminhos estão abertos a novas experiências e a prósperos empreendimentos principalmente no campo pessoal.


18 - O CÃO - DEZ DE COPAS
SIMBOLOGIA - É representada por um cão em posição de guarda. Esta carta simboliza a amizade leal, sincera, a força, o apoio e o carinho das pessoas amigas.
MENSAGEM - Significa que pode confiar nas pessoas com quem convive. É sinal para ficar alerta se a carta As nuvens estiver por perto. Ela indica desequilíbrio na vida amorosa.


19 - A TORRE - SEIS DE ESPADAS
SIMBOLOGIA - Esta torre alta e com aspecto sóbrio representa o "eu" verdadeiro. Também mostra que você passa por uma fase de busca de seu autoconhecimento.
MENSAGEM - Este arcano mostra a você que as respostas que tanto espera estão dentro de você mesmo(a). É só procurar as soluções que deseja em seu interior.


20 - O JARDIM - OITO DE ESPADAS
SIMBOLOGIA - Esta carta é representada pela paisagem de um jardim bastante fértil e pacífico, envolvido por uma aura de energia.
MENSAGEM - O Jardim é um arcano que traz um conselho a você; é hora de colher tudo o que plantou, pois o momento é de paz. Aproveite a tranqüilidade para refletir sobre todas as suas ações.


21 - A MONTANHA - OITO DE PAUS
SIMBOLOGIA - Representada por uma montanha rochosa, esta carta simboliza a força, o equilíbrio, a perseverança, a justiça e também é o alerta para o perigo próximo.
MENSAGEM - Se aparecer perto da carta que representa você, mostra o alcance de seus objetivos. Longe, é sinal de perda do que já foi conquistado em sua vida.


22 - OS CAMINHOS - DAMA DE OUROS
SIMBOLOGIA - É representada pela paisagem de uma de uma estrada larga, comprida e sem qualquer obstáculo. Esta carta mostra que seus caminhos estão abertos e que poderá existir uma saída para todos os problemas que surgirem.
MENSAGEM - Você está no rumo certo e realizará os seus sonhos. Acredite mais na sua felicidade.


23 - O RATO - SETE DE PAUS
SIMBOLOGIA - Um grande rato comendo um pedaço de queijo indica que algo importante de sua vida está sendo roubado. Você precisa de proteção na saúde e no setor material.
MENSAGEM - Há a possibilidade de contrair doenças sem gravidade. Se a carta As Estrelas aparecer próxima a esta, é sinal de que poderá recuperar o que foi roubado.


24 - O CORAÇÃO - VALETE DE COPAS
SIMBOLOGIA - É representada pela figura de um grande coração e simboliza o amor fraternal, a solidariedade universal, a paixão forte e a felicidade que está presente neste momento de sua vida.
MENSAGEM - Você viverá uma grande paixão em breve. Também indica que deverá ajudar as pessoas que pedirem o seu auxílio.


25 - A ALIANÇA - ÁS DE PAUS
SIMBOLOGIA - Este arcano traz a figura de um par de alianças de ouro entrelaçadas e simboliza uma união duradoura ou mesmo a possibilidade de um relacionamento amoroso firme.
MENSAGEM –Se aparecer ao lado direito da carta que representa você, é sinal de casamento feliz. Do lado esquerdo, indica instabilidade no relacionamento conjugal.


26 - O LIVRO - DEZ DE OUROS
SIMBOLOGIA - Traz a figura de uma pilha de livros sobre uma escrivaninha. Esta carta simboliza a necessidade de aquisição de conhecimento e cultura.
MENSAGEM - Os estudos ou em qualquer teste a que for submetido(a) será um sucesso absoluto. Por isso, o momento é ideal para se testar. Não tenha medo de colocar a sua capacidade e a sua felicidade à prova.


27 - A CARTA - SETE DE ESPADAS
SIMBOLOGIA - É representada pela figura de um envelope. Indica comunicação, informação e também é um aviso para guardar seus segredos.
MENSAGEM - Se este arcano vier seguido da carta Os Ventos, é sinal de notícias boas. Mas se esta carta estiver perto da que representa você, é sinal que as notícias poderão causar sofrimento.


28 - O CIGANO - ÁS DE COPAS
SIMBOLOGIA - Traz a figura de um cigano forte e bonito, destemido, empunhando uma espada, que corta os males e protege a pessoa que o procura. Simboliza o homem ideal e honesto para as mulheres.
MENSAGEM - Este arcano é você, se quem consulta é homem. Também representa a chegada de uma mulher ideal em sua vida.


29 - A CIGANA - ÁS DE ESPADAS
SIMBOLOGIA - É representada pela figura de uma cigana jovem, bonita e cheia de vida. Ela olha para as cartas como quem consegue desvendar o futuro. Este arcano representa a amada para os homens.
MENSAGEM - Se quem consulta é uma mulher, esta carta representa você e indica a chegada de um homem ideal em sua vida.


30 - OS LÍRIOS - REI DE ESPADAS
SIMBOLOGIA - É a figura que significa paz interior, harmonia, enfim, uma vida feliz.
MENSAGEM - Se esta carta aparecer perto do arcano que representa você, é sinal que é uma pessoa honesta. Caso apareça abaixo deste arcano é porque você tem caráter duvidoso. Se a carta As Nuvens vier perto deste arcano, é sinal de grande sofrimento em família.


31 - O SOL - ÁS DE OUROS
SIMBOLOGIA - A imagem da paisagem de um sol ardente significa a plenitude da vida, a energia e o positivismo. Esta é uma carta alto-astral.
MENSAGEM - Quando este arcano estiver perto da carta que representa você, é sinal de fortuna e saúde. Se aparecer longe, indica sentimentos como desânimo, fraqueza e tristeza diante dos obstáculos.


32 - A LUA - OITO DE COPAS
SIMBOLOGIA - É representada pela figura de uma Lua Crescente e tem como significado a inconstância, a dúvida, os elementos ocultos.
MENSAGEM - Quando esta carta estiver ao lado direito da que representa você, é sinal de que terá reconhecimento por tudo o que faz. Se tiver do esquerdo, indica que passará por momentos de aflição.


33 - A CHAVE - OITO DE OUROS
SIMBOLOGIA - A figura chave que aparece neste arcano representa o sucesso, é a chave que abre as portas para os dias melhores que estão chegando.
MENSAGEM - Quando este arcano aparece próximo a carta que indica você, é sinal de que momentos de realização o(a) aguardam. Se aparecer longe, indica obstáculos e que seus caminhos poderão estar fechados.


34 - OS PEIXES - REI DE OUROS
SIMBOLOGIA - Peixes nadando próximos a uma arca cheia de tesouros simbolizam bens materiais, negócios e também é sinal de lucros que vão aparecer na sua vida.
MENSAGEM – Perto de sua carta indica sucesso e bons negócios. Longe, é exatamente o contrário, indica crise financeira em seus empreendimentos futuros.


35 - A ÂNCORA - NOVE DE ESPADAS
SIMBOLOGIA - Mostra uma grande âncora no fundo do mar e representa segurança material e financeira.
MENSAGEM - Para os negócios, segurança e estabilidade. Para o amor, depende da localização da carta: perto da que indica você, é sinal de um relacionamento sólido. Longe, quer dizer que este amor poderá passar por períodos de inconstância.


36 - A CRUZ – SEIS DE PAUS
SIMBOLOGIA - É representada por uma grande cruz e simboliza a vitória em todos os sentidos, não importando os obstáculos que estejam em seu caminho. A cruz é poder.
MENSAGEM - Perto da carta que representa você, é sinal de vitória e proteção em todos os setores; longe, indica que energias negativas estão tentando influenciar sua vida.