Optchá meu Povo Cigano!!

Optchá meu Povo Cigano!!
Fatima Silva Amaya

Gitana Fatima Silva Amaya

8 de março de 2011

A Alquimia no Egito e na Arábia


No vale do Nilo acontece essencialmente algo paralelo ao ocorrido na China, Índia e Mesopotâmia. Uma civilização mítica ali emerge, por volta do terceiro milênio antes de Cristo, de um neolítico centrado na cultura do trigo. Essa mantém ritualisticamente as paleotécnicas da agricultura, da cerâmica e da medicina e estabelece as da mineração e metalurgia, as da arquitetura e, principalmente, a das tinturas de vidros, tecidos e cosméticos. Também a astrologia e a paleomatemática egípcia são de origem mítica. As primeiras são técnicas mágico-míticas e as últimas são mânticas. 



As técnicas dos metais e da forjaria, assim como as da fabricação de vidros coloridos e das tinturas, de um lado; e de outro, as da medicina e da astrologia, mostram analogias e coincidências significativas entre si, como se o refino dos metais e o preparo das pedras ornamentais se relacionassem com a cura das doenças e a conquista da imortalidade. Algo de específico, no caso do Egito, é que essas técnicas originárias da alquimia estavam muito ligadas ao culto dos mortos. A protoquímica do processo de mumificação deve ter sido importantíssima nessa unificação. O simples fato de a mumificação ter como objetivo a imortalidade e divinização dos mortos deve ter sido, por isso, decisivo para o posterior aparecimento da alquimia egípcia.
Não se dispõe de documentos que atestem a atividade desses grupos de protoquímicos ou protomédicos da civilização mítica egípcia; mas há testemunhos de persistência de tais atividades, já então arcaicas, em épocas mais recentes. Um deles é o célebre Papiro de Leiden, o outro é o Papirus Holmiensis de Estocolmo, encontrados numa mesma coleção, no fim do século passado em Tebas, e que datam dos primeiros séculos de nossa era. Ambos tratam de simples técnicas protoquímicas, de metalurgia, de tinturas, de preparação de pedras ornamentais e da fabricação de ouro e prata. São tais documentos que permitem concluir pela existência de tais técnicas na civilização mítica egípcia.
Em 525 a.C., Cambises, rei da Pérsia, anexa o Egito ao Império Persa. Neste momento, embora sagrando-se Faraó, ao fundar a XVII dinastia, Cambises destrói a civilização mítica egípcia, forçando seu confronto com a sapiência caldaica. Não há dúvida que os antigos mitos egípcios persistem; mas, agora sujeitos a uma interpretação sapiencial, isto é, sujeitos à reflexão individual, preocupada com a procura de uma verdade única. Ísis, Hórus, Osíris e Thot não seriam, a partir de então, personagens míticos mas deuses revelados ou profetas reveladores. Por volta do ano 300 a.C. a conquista do Egito por Alexandre veio estabelecer definitivamente o advento de uma civilização sapiencial no Egito, pelo estabelecimento, em Alexandria, da cultura helenística. Aliás, tal cultura era baseada numa forma toda peculiar de sabedoria: a filosofia grega, que apareceu na Grécia clássica 600 anos antes de Cristo. 
Um dos mais antigos textos helenísticos referentes á alquimia intitula-se A Profetiza Ísis para Seu Filho, onde Ísis revela como obteve de um anjo - que a desejava sexualmente - o grande segredo da técnica egípcia. Note-se que isso se dá num momento favorável da posição dos astros no céu: é o Kairos, o momento favorável - que domina um dos aspectos da alquimia helenística. O que revela o anjo não são somente receitas mágicas para obtenção do ouro alquímico mas, também, a necessidade da união dos opostos para conseguí-lo, no momento favorável; o que é expresso pela exortação final de Ísis a seu filho Osíris: "De modo que tu és eu e eu sou tu". Isso indica que, nessa época, a técnica mítico-mágica da transmutação dos metais já se subordinava a um princípio sapiencial: o de que tudo resulta da constante oposição dos contrários e sua final conjugação. 



Dessa forma, a alquimia egípcia - semelhantemente à chinesa, à hindu e à caldaica - provém de técnicas mágico-míticas. Mas, ela só se constitui definitivamente como tal depois de se tornar possível a visão dessas técnicas sob um ponto de vista sapiencial, baseado em meditações sobre a unidade e a verdade. Tal sabedoria aparece me Alexandria, entre o terceiro século antes e o terceiro depois de Cristo, como resultado de um sincretismo do neoplatonismo grego, da cabala judaica, da mântica caldaica e da mítica egípcia. Plotino (205-270), o filósofo neoplatônico helenístico, com sua procura mística de união com o bem, através da inteligência, constitui-se como ponto de ligação entre a filosofia grega e a sapiência alexandrina.  
Essa ligação foi expressa pelo neoplatônico sírio Jâmblico (250-330) que transformou a filosofia mítica de Plotino numa teurgia ou conjugação mágica de deuses. Seu livro mais conhecido, Os Mistérios do Egito, escrito em grego, é uma resposta à carta de Porfírio a Amélio refutando qualquer teurgia e as práticas de adivinhação da época. O livro Jâmblico é, portanto, uma defesa da teurgia, isto é da possibilidade da manipulação mágica dos deuses em prol da satisfação de desejos humanos. Faz ele apelo à sabedoria caldaico-egípcia, a qual se apoia na crença de uma co-naturalidade entre a alma humana e os seres divinos que governam o cosmo e a matéria. A verdade única vem dos deuses mas pode ser conhecida pelos homens através da mântica - as adivinhações em todos os seus aspectos: pelos sonhos, pela inspiração ou processão, pelos oráculos, etc. Mas é de se notar que a defesa da teurgia é feita recorrendo à filosofia grega, especialmente a platônica e, freqüentemente, à de Plotino. 
Os mistérios do Egito são, além do mais, um testemunho do parentesco entre doutrinas caldaicas, a literatura hermética e o neoplatonismo; pois, uma das fontes de Jâmblico seriam os Oráculos Caldaicos, redigidos o segundo século de nossa era, onde velhos mitos babilônicos são associados a teorias filosóficas em torno da heliolatria zoroastriana. Mas, enquanto para os neoplatônicos o conhecimento da divindade é um meio de comunicação com os seres espirituais, para Jâmblico isso poderia ser conseguido pela conjuração mágica, embora guiada pela filosofia. 
Tal parentesco é visível nos livros do Corpus Hermeticus - coleção de tratados - escritos em grego, provavelmente compostos entre o primeiro e o fim do terceiro século de nossa era, atribuídos ao personagem lendário Hermes Trimegistro, nome também atribuído ao deus Thot, revelador das técnicas e da escrita. São revelações da sabedoria divina, nas quais o cosmo constitui uma unidade cujas partes são interdependentes - princípio este que se tornou básico na alquimia. Mas, para tornar este princípio operativo e atuante na prática, seria necessária uma sabedoria hermética, secreta e sagrada. Evidentemente os tratados herméticos não são de alquimia, mas estabeleceram, além de preceitos de conjuração dos deuses em prol da satisfação de anseios humanos, inclusive imortalidade, uma interpretação sapiencial das técnicas mágico-míticas egípcias. 
Um dos primeiros textos alquímicos helenísticos é a Physica kay Mistika do pseudo Demócrito, do segundo século de nossa era. O livro inicia-se por uma revelação. O autor é conduzido ao templo de Mênfis pelo mago caldeu Ostanes. Uma das colunas abre-se e mostra o aforismo zoroastriano: "a natureza é encontrada pela natureza, a natureza vence a natureza, a natureza domina a natureza". Assim é um tratado grego que confessa uma influência caldaica na alquimia grega. O interessante é que as receitas mágicas para obtenção do ouro e da imortalidade são, neste livro, justificadas fazendo apelo, de um lado, à teoria grega dos quatro elementos e, do outro, à mântica caldaica da astrologia e do culto do fogo. 
Contudo o primeiro alquimista egípcio autenticamente identificado, é Zózimo de Panápoles, que floresceu por volta do ano 300 de nossa era, em Alexandria. Zózimo, embora tenha sido o primeiro alquimista a ser chamado "filósofo", refere-se à alquimia como técnica sagrada (leratiche techné) que trataria tanto da transformação dos metais em ouro, por sua morte e ressurreição, como da encarnação ou desencarnação de espíritos. Tudo isso feito através de operações protoquímicas de destilação, sublimação e coagulação, em instrumentos inventados e construídos pela alquimista Maria, a Judia (daí o famoso nome do equipamento de laboratório trazido até nossos tempos: o "banho-maria"). É de Zózimo também a idéia de que existe uma substância que produza a transformação imediata do metal em ouro, quando projetada nela - a substância que sucessivamente toma o nome de tintura, elixir e, finalmente, pedra filosofal. Seria considerada de virtudes semelhantes às dos remédios, que curavam doenças ou davam longa vida ou, mesmo, eternidade. 
Zózimo aceita a idéia caldaica de que os processos alquímicos dependem da conjuntura dos astros e que cada astro corresponde a um metal. Operar com a prata exige uma posição adequada da lua, tanto como para operar com sucesso sobre o cobre é necessário que Vênus ocupe uma posição correta no céu. Isso corresponde à idéia do Kairus revelada por Ísis. Por isso a obra alquímica tomou o nome de Kairus Baphoi na tradição helenística. 
De Alexandria a alquimia passou para Bizâncio quando essa cidade formou-se como capital do mundo helenístico e, depois, do império oriental. Um célebre alquimista bizantino é Olimpiodoro (século V), tido como o autor do livro Sobre a Sagrada Arte da Pedra Filosofal - o qual testemunha a alquimia bizantina nos mesmo moldes que a helenística. Entretanto, há uma diferença fundamental: Olimpiodoro é cristão e, além disso, versado na filosofia grega. Portanto, para ele, o processo alquímico não necessita da magia para realizar-se, mas, é possível ser compreendido pela teoria grega aliada à mística cristã. Esta atitude nova inaugura uma divisão, no mundo cristão, entre a alquimia dita séria e o charlatanismo mágico. Ele procura interpretar os textos e receitas alquímicas "sérias" à luz das escrituras, entendendo o sentido último de ambos, não os aceitando literal mas, simbolicamente. Um texto de Olimpiodoro é citado e interpretado sobre este enfoque, por Marie Louise von Frans, onde se descreve a transformação de algo personificado no Adão original - o homem moldado de barro, a matéria-prima original, a substância assimilada ao chumbo no processo alquímico. Depois de sofrer a morte pelo fogo e a ressurreição, une-se, como metal trazido das profundezas da terra, a sua esposa, seu oposto, simbolizado no vapor. Desta conjuntio, a união dos opostos, resulta uma substância líquida amarga, significando uma reflexão profunda da qual resultaria algo verdadeiramente desagradável para a consciência: o limiar do inconsciente, com suas formas obscuras e a ausência das ilusões do consciente. A opus alchimica prossegue até que o líquido amargo se vá engrossando e, finalmente, coagule em ouro alquímico. Tudo isso é, para Olimpiodoro, expressão simbólica do desejo de perfeição e imortalidade humana. Assim, a alquimia seria para Olimpiodoro mais um processo mental que uma sabedoria da matéria. Aliás isso já era sustentado, quase um século antes, por Sinésio de Cirene (c370-413), bispo de Ptolemais, na Líbia. 
Quando os árabes conquistaram a Pérsia e o Egito, no século VII, entraram em contato com estas duas civilizações sapienciais, e absorveram-lhes a cultura por meio da tradução de seus livros. Entre os livros gregos, traduzidos para o árabe, estava O Livro dos Segredos da Criação - uma cosmogênese entremeada de conceitos alquímicos atribuída a Apolônio de Tiana, provavelmente do primeiro século de nossa era, um neoplatônico cuja figura biográfica, embora pagã, assemelha-se muito à de Cristo. Uma parte deste livro é a célebre Tábua Esmeraldina que, embora nada diga sobre as técnicas alquímicas, tornou-se para os árabes a obra básica de sua alquimia. O prestígio desta Tábua tornou-se tal que sua autoria foi atribuída ao próprio Hermes Trimegistro. 
A Tábua Esmeraldina inicia-se pela conhecida frase: "O que está em cima é semelhante ao que está abaixo, e o que está abaixo é semelhante ao que está acima". Segue-se uma série de máximas cujo significado hermético foi interpretado pelos alquimistas não só árabes mas, também, europeus, como uma interpretação sapiencial do que ocorria durante a opus. A partir do princípio do que o mais alto provém do mais baixo e vice-versa, e que tudo é obtido do único por meio da conjunção dos opostos, a obra, partindo da união do sol com a lua, engendra o sopro vital: o mercúrio, cuja aura é a terra. Ele é o fermento da transmutação dos metais, separa a terra do fogo, e o que é precioso do que é grosseiro; eleva-se da ao céu e retorna para unir o que está embaixo ao que está acima. É a força que penetra tudo que é sólido e assim cria-se o microcosmo, imagem do universo. Esse é o processo alquímico, interpretado pelos árabes, a partir da sabedoria helenística. 
Por outro lado, as fontes caldaico-persas da alquimia árabe são evidentes na importância conferida ao fogo, como agente das transmutações nas operações alquímicas. Disse ser a cidade de Harram, na Síria, a fonte principal da alquimia árabe; mas é possível que essa influência caldaica já tenha sido, anteriormente, transferida e incorporada à alquimia helenística, antes dos árabes a terem absorvido. 
De qualquer forma, a alquimia árabe tem uma peculiaridade. Ela, em si mesma, não evoluiu de um estado de técnica mágico-mítica, nem é um resultado de uma interpretação sapiencial de uma técnica preexistente. Ela foi adquirida pelos árabes, por assim dizer, já pronta. Foi transposta de suas origens alexandrino-caldaicas para o contexto árabe já na forma de alquimia e não de técnica mágico-mítica. Tanto é assim que é possível que o primeiro livro árabe de alquimia seja o Livro da Composição Alquímica, escrito pelo conquistador árabe do século VII, Príncipe Chalite ibn Yazid, relatando o que lhe fora transmitido por um monge romano-egípcio, Morienus. 
Por outro lado, os alquimista árabes puderam distinguir nitidamente entre o conteúdo protoquímico das operações alquímicas e as diferentes interpretações sapienciais projetadas sobre ele. Isto porque estavam em contato direto com as diferentes sabedorias: as alexandrinas, com sua origem sincrética greco-egípcio-judaica; os persas e sírios, com sua origem caldaica; e as hindus, com sua origem budista. Percebiam que a interpretação sapiencial era diferente, mas a técnica subjacente era a mesma. Disto resultou que muitos destes foram mais protoquímicos experimentais que místicos sapienciais. Daí o grande desenvolvimento da paleoquímica árabe - a qual realmente formou a base da química européia. Assim é que o interesse principal da alquimia árabe era o da preparação dos elixires para a cura das doenças. Formaram eles uma farmacopéia de remédios, à base de sais minerais, a qual permaneceu em uso até bem próximo de nossos tempos. 
Entre os responsáveis por essa farmacopéia estão os dois primeiros grandes alquimistas árabes. O primeiro é Jabir ibn Hayyan (c721-815), o mesmo que esteve na Índia e é dito erroneamente criador da alquimia hindu. Era médico da corte de Harum-al-Rashid. Fazia sua paleoquímica a partir da teoria grega dos quatro elementos, dos quais decorriam os dois princípios básicos: o mercúrio e o enxofre, a partir dos quais formavam-se todos os metais, quando combinados em proporções diversas, a quantidade fabulosa de tratados atribuído a uma coleção de escritos produzidos escondidamente em Bagdá, durante uma perseguição religiosa aos alquimistas. 
O segundo é Al-Razi (c860-923) conhecido pelo nome latino de Rhazes, médico persa que viveu em Bagdá, autor da Enciclopédia médica Continente de Medicina e mais uma centena de livros. A medicina de Rhazes era baseada na grega; no entanto não faltavam nela os elementos mágicos que a traziam francamente para a alquimia, no que concerne, principalmente, ao uso de drogas da farmacopéia árabe, cujas virtudes eram atribuídas a poderes mágicos. 
Apesar disso não se podem esquecer os aspectos decorrentes da filosofia grega e místicos decorrentes da sabedoria alexandrina, tanto como a magia, a numerologia e a astrologia caldaica, nunca saíram dos interesses dos alquimistas árabes.  
Quando Constantino, o Africano - que era um médico muçulmano formado em Bagdá e morreu como monge cristão em Monte Cassino, em 1087 - trouxe a farmacopéia árabe para a Europa, esta paulatinamente foi perdendo seu caráter mágico e transformando-se em medicina leiga. Referências a essa coleção de "elixires" árabes começaram a aparecer na Espanha a partir do século XI, incluídas nos tratados alquímicos árabes, os quais foram traduzidos para o latim a partir do século XII.  


4 de março de 2011

Horóscopo Cigano


Cada signo do Horóscopo Cigano tem um nome relacionado aos objetos que fazem parte do dia-a-dia desse povo e à simbologia que eles recebem. 
As previsões também não são astrológicas, ou seja, feitas em cima da movimentação dos planetas. 
Elas mantêm a característica mística dos ciganos de preverem o futuro e, por isso, são feitas através de oráculos, que eles não revelam. 
Segundo a explicação da cigana Samantha, as pessoas ligam a palavra horóscopo aos astros automaticamente, sem saberem que, na verdade, um não tem ligação direta com o outro. 
A palavra horóscopo vem do latim e quer dizer prognóstico, ou seja, um estudo sobre a possibilidade disso ou daquilo vir a acontecer e que, segundo o dicionário, quando estudado de maneira mística, chega a ser uma profecia.



  
Taça ( de 21/01 a19/02)

Símbolo: 

A Taça simboliza a receptividade e a união. Receptividade porque nela pode ser colocado qualquer líquido - desde a água pura até o vinho mais sofisticado. E união porque ela está presente em todas as celebrações importantes do povo cigano: num casamento, por exemplo, os noivos sorvem vinho da mesma taça, e esse gesto significa que um compromisso está sendo selado. 

Características: 

Sua receptividade é valiosa. Graças a ela, você consegue absorver novos conhecimentos, incorporar idéias originais ao trabalho e usar a criatividade de forma construtiva. Você também se destaca pela inteligência e pela habilidade em resolver problemas complicados de maneira simples e eficiente. 
No amor, prefere relacionamentos livres, em que a confiança e a amizade prevaleçam. Para o nativo de Taça, a compreensão vale mais do que a paixão ou os sonhos românticos. 
Você é bastante racional e geralmente coloca as emoções em segundo plano. Preocupado com os rumos da humanidade, cultiva ideais bastante elevados, e se esforça para transformar alguns de seus sonhos em realidade. Além disso, vive num constante dilema: há um lado seu que deseja evoluir, progredir, crescer, conhecer coisas novas. E um lado mais conservador que se apega aos valores e tradições e teme o avanço natural do tempo e dos acontecimentos. 
O ideal é que você encontre um equilíbrio entre esses dois pólos, respeitando e aprendendo com o passado, mas também se adaptando ao novo e crescendo com isso. 

Planeta regente: Saturno


           
Capelas ( de 20/02 a 20/03 ) 

Símbolo: 

As capelas simbolizam a religiosidade. Uma característica comum ao povo cigano é a capacidade de absorver a fé e os costumes ritualísticos das regiões por onde passam. Sua tradição espiritualista mescla elementos do cristianismo, de diferentes seitas orientais, de diversas modalidades de magia. Para eles, a trilogia fé / crença / espiritualidade é um elemento de vital importância. 

Características: 

Sua vida se divide em duas partes distintas: uma, é a da luta cotidiana, da qual fazem parte o trabalho, as preocupações financeiras, os desafios de cada momento. Outra é a da sua espiritualidade. Desta, fazem parte seus dilemas de fé, suas dúvidas quanto ao seu papel no mundo. O nativo de Capelas se debate desde muito cedo com as mais elevadas questões filosóficas. Quer descobrir se tem alguma missão, se existem energias superiores regendo o Universo, se a vida continua depois da morte. E tanto pode se apegar ardorosamente a uma crença, fazendo dela a resposta para todos os seus questionamentos, quanto migrar de uma doutrina para outra, sem jamais se contentar com nada. E corre o risco, também, de se tornar um agnóstico. Aquele que em nada crê, e que nada espera. Só que, lá no fundinho do coração, haverá sempre uma ponta de dúvida e um profundo desejo de saber! Você também se destaca pela sensibilidade, pela intuição aguçada e pela capacidade de compreender as pessoas. O talento artístico é outro atributo importante dessa personalidade romântica e sonhadora. 

Planeta regente: Júpiter


             
 Punhal ( de 21/03 a 20/04 )

Símbolo:

O punhal é uma arma intrinsecamente ligada à sobrevivência do cigano.

Características:

Você jamais foge da luta. Enfrenta os desafios com coragem efaz questão de vencê-los. Aliás, a única coisa que o assusta é a possibilidade de fracassar. Você simplesmente não tolera a idéia de perder! Tal como a arma que o simboliza, você é um desbravador. Tem espírito pioneiro e se comporta com bravura e ousadia. O lado negativo da sua personalidade fica por conta de um comportamento agressivo e pela dificuldade em controlar as próprias emoções, além da tendência a agir de maneira egoísta. É importante que você tome cuidado para não machucar as pessoas, seja com palavras ou atitudes. Lembre-se: o punhal pode ser mortal. Nos relacionamentos afetivos, você costuma colocar seus desejos e objetivos acima da vontade do parceiro. Mas é um amante intenso, ardoroso, entusiasmado, que se realiza ao dar e receber prazer. Raramente semantém fiel, pois aprecia as aventuras e não se conforma em abrir mão de certas emoções simplesmente porque precisa cumprir com algum dever ou compromisso.

 Planeta regente: Marte


 Coroa ( de 21/04 a 20/05 ) 

Símbolo:

A Coroa simboliza a riqueza material. Ao longo do tempo, a arte de forjar o ouro e lapidar a pedra foi cada vez mais aprimorada pelos ourives ciganos. As jóias usadas por esse povo - pelo menos por seus representantes mais prósperos - são famosas pela beleza e exuberância. Além disso, como a Coroa representa a nobreza, este signo está associado à conquista do poder.

Características:

O conforto material é sua prioridade número 1. Quando enfrenta dificuldades financeiras, fica tão angustiado que esse problema acaba afetando outras áreas da sua vida. Além disso, você se esforça bastante para realizar seus objetivos e raramente se deixa abater pelas dificuldades. De tão obstinado, às vezes chega a parecer teimoso. Aliás, você não suporta ter de recuar ou desistir. Às vezes insiste num erro apenas para não passar pelo constrangimento de admitir que falhou. Nos relacionamentos amorosos, preza demais a fidelidade, a confiança mútua, a certeza de um afeto sincero e correspondido. Quando encontra alguém capaz de compreende-lo e torná-lo feliz, você se entrega e nem pensa em desviar dos bons caminhos desse romance. Outras qualidades que merecem destaque no seu jeito de ser: a lealdade, a capacidade de trabalho, a sabedoria no exercício da liderança e a sensatez, que lhe permite tomar decisões corretas em todas as áreas da vida. Para evoluir ainda mais como indivíduo, é importante que você supere a intransigência e se torne mais compreensivo e flexível.

Planeta regente: Vênus



Candeias ( de 21/05 a 20/06 )

Símbolo: 

As Candeias simbolizam a luminosidade. Afinal, esses objetos serviam para iluminar os acampamentos. Numa interpretação esotérica, as Candeias são a sabedoria que clareia os caminhos e a capacidade de usar a luz da razão para dissipar as trevas da ignorância. Também indicam a vitória da razão: é a luz artificial (criada pelo homem) se sobrepondo à escuridão da natureza. 

Características:

Um dos atributos que mais se destacam na sua personalidade é o dom de enxergar com clareza até os fatos mais obscuros e mal explicados. Você tem uma inteligência brilhante e, graças a essa característica, raramente fica sem compreender alguma coisa. É extremamente racional e tende a colocar as emoções em segundo plano, dando absoluta prioridade às questões práticas e objetivas. O sentimentalismo não é seu forte: mesmo na vida a dois, você dá mais valor à solidariedade, à existência de afinidades (sobretudo no plano intelectual) e ao companheirismo do que à paixão ou às expectativas românticas. Preza demais a liberdade e não agüenta permanecer ao lado de um parceiro que tente limitar seus movimentos. Aliás, um dos seus maiores desafios no amor é aprender a permanecer fiel. De modo geral, você cativa as pessoas com seu jeito alegre e descontraído. Comunica-se com facilidade e tem talento para a escrita. Versátil, adapta-se bem às novas situações, o que favorece bastante sua atuação profissional .




Roda ( de 21/06 a 21/07 ) 

Símbolo: 

A Roda simboliza o movimento da vida. Não podemos nos esquecer de que a vida do cigano começa e termina sobre as rodas dos carroções. É sobre essas rodas que se constituem o lar e a família, que surgem as dores e os amores. Além disso, o movimento cíclico da roda está associado ao giro do destino - o eterno nascer, crescer, morrer, renascer... 

Características: 

O nativo de Roda é emotivo e sonhador. Preza demais a segurança, em especial no plano afetivo. Mesmo que não tenha uma vida estável ou organizada, você sempre encontra um meio de se firmar em alguma coisa - que geralmente tem a ver com os relacionamentos construtivos que você desenvolve ao longo da vida. Então, nos momentos difíceis, você sempre tem a quem recorrer. Nostálgico e saudosista, o nativo de Roda se apega demais ao passado e dá grande valor à família e às tradições. Isso é positivo por um lado, mas, por outro, pode atrapalhá-lo no que tange aos projetos para o futuro. É importante que você aprenda a dosar as coisas de tal maneira que o passado sirva de experiência, mas não o impeça de caminhar, avançar, evoluir. A intuição aguçada é uma arma poderosa para que você tome sempre as decisões corretas. Ouça-a e respeite-a - assim, evitará o risco de se iludir. Para sua realização pessoal, será muito importante construir um relacionamento amoroso estável e ter .

Planeta regente: Lua
   



Estrela ( de 22/07 a 22/08 )

Símbolo: 

A Estrela é formada pela interseção de dois triângulos idênticos: um deles, com o vértice voltado para cima, simboliza a energia masculina, ascendente e solar. O outro, apontando para baixo, simboliza a energia feminina, descendente e lunar. A Estrela mostra a união perfeita dos opostos, que interagem e promovem a harmonia do universo, e indica a junção do humano com o divino. 

Características: 

O nativo de Estrela tem consciência de sua porção divina. Ele sabe que, dentro dele, habita um poder que lhe permite transcender a matéria, ultrapassar os próprios limites e se aprimorar em todos os aspectos. O problema é que, em certas ocasiões, a consciência das próprias qualidades leva o nativo de Estrela a se tornar um tanto vaidoso - e isso faz com que ele revele um lado negativo da sua personalidade, traduzido em orgulho e prepotência. Mas os atributos positivos deste signo superam de longe suas eventuais falhas: quem nasce sob os auspícios da Estrela é inteligente, criativo, dotado de senso de liderança e extremamente requintado. Com charme e autoconfiança, atrai simpatia e respeito por onde quer que passe. Também tem um lado generoso e um desejo autêntico de fazer o bem. Nos relacionamentos afetivos, gosta de ser bem tratado e precisa sentir que é realmente amado pelo parceiro. E recompensa a dedicação do outro oferecendo afeto verdadeiro e apoio incondicional. Dotado de forte sensualidade, atribui grande importância à afinidade física na vida a dois. 

Planeta regente: Sol




Sino ( de 23/08 a 22/09) 

Símbolo:

O Sino simboliza a exatidão. Afinal, era por suas badaladas na torre da igreja que os habitantes das antigas aldeias programavam suas atividades e controlavam o passar das horas. Até o século 18, o sino era igual a um relógio comunitário. Confeccionado com materiais fortes, como o estanho, o bronze, o ferro ou a prata, esse objeto representa a firmeza e a durabilidade. 

Características:

Método, disciplina, honestidade e precisão. Estas quatro palavras são onipresentes no dia-a-dia do nativo de Sino. Você gosta de tudo muito organizado e não tolera situações obscuras ou mal resolvidas. Quando algo está mal explicado, você abre o jogo e trata de ir logo esclarecendo tudo. Dedicado ao trabalho, você geralmente coloca as questões profissionais em primeiro plano. Aliás, se esse setor não estiver indo bem, você fica angustiado e se abala emocionalmente. Mas logo supera o problema, pois sua persistência lhe permite continuar lutando até vencer. O nativo de Sino tem uma personalidade forte e não desiste facilmente dos seus objetivos, ainda que isso signifique entrar em conflito com outras pessoas ou passar por situações de angústia e sofrimento. Aliás, você suporta as dores com resignação, pois sabe que a vida é feita de altos e baixos e não se revolta com isso. Nos relacionamentos afetivos, você dá muito valor à sinceridade, à fidelidade e ao afeto verdadeiro. Quando o romance entra em crise, faz o possível e o impossível para mudar a situação. Sua evolução espiritual ocorre a partir do trabalho e de uma vida íntegra e honesta. 

Planeta regente: Mercúrio




Moeda ( de 23/09 a 22/10 )

Símbolo: 

Toda moeda tem cara e coroa. Assim, A Moeda simboliza os dois lados de uma situação: é a riqueza material e espiritual, o equilíbrio, a união dos opostos, o sim e o não. Em certos momentos, o lado "cara" se sobrepõe - são aquelas ocasiões em que agimos de maneira mais realista e nos voltamos para as questões práticas. Em outros, vem à tona a "coroa", que simboliza a emoção e a espiritualidade. 

Características: 

Como o símbolo do seu signo já revela, você é uma pessoa que procura sempre avaliar os dois lados de uma mesma situação - por isso, você tem o dom da compreensão profunda. Age com justiça, equilíbrio, lealdade. É versátil e diplomático: nas situações de conflito, prefere conciliar as divergências a tomar partido. Aprecia o conforto material - afinal, a moeda é também um símbolo de riqueza -, mas não sucumbe ao desejo de acumular bens ou enriquecer. Sua prioridade é viver com conforto e ter acesso à beleza e às coisas prazerosas. Em geral, você procura simplificar a vida. Mantém o otimismo e a positividade mesmo nos momentos difíceis e não desanima com nada. Dá extremo valor aos relacionamentos e aos laços de afeto, amizade e ternura. A felicidade amorosa é sua grande prioridade na vida. Você realmente nasceu para ser feliz ao lado de alguém em quem confie e que corresponda às suas expectativas românticas. Na busca do parceiro ideal, poderá passar por diversos relacionamentos e até cometer algumas infidelidades. Mas, depois de eleger sua alma gêmea, fará o possível e o impossível para viver bem com ela.  

Planeta regente: Vênus



  
Adaga ( de 23/10 a 21/11)

Símbolo: 

A Adaga simboliza a transformação. Quando o jovem cigano sai da infância e ingressa na vida adulta, ele passa por uma iniciação e recebe essa arma. Portanto, ela tem a ver com um rito de passagem associado ao amadurecimento sexual. Mas a adaga também pode matar - por isso, ela indica o poder sobre a vida e a morte. Este é o signo das transformações profundas. 

Características: 

A sexualidade é um dos atributos que mais sobressaem no nativo de Adaga. Atraente, sedutor, ele exerce verdadeiro fascínio sobre o sexo oposto. É intuitivo e consegue mergulhar fundo em todas as verdades. Tem um dom especial: em vez de se ater às aparências, ele enxerga os corações das pessoas. E, tal como a adaga que simboliza o seu signo, você é capaz de ferir profundamente, seja com atos ou com palavras. Por isso, é importante que você controle a sua imensa força, para não causar danos ou mágoas irremediáveis. A vida do nativo de Adaga costuma passar por muitos altos e baixos. 
São as transformações necessárias ao seu desenvolvimento e à sua evolução. Nos relacionamentos amorosos, você faz uma única exigência: fidelidade. 
Nada lhe parece mais imperdoável do que uma traição, mesmo porque você reluta demais em revelar seus sentimentos e se magoa quando descobre que a pessoa que escolheu para amar não foi digna do seu afeto. Por atribuir uma importância muito grande ao prazer físico, você também faz questão de ter um parceiro que lhe permita realizar todas as suas fantasias. 

Planeta regente: Marte



Machado ( de 22/11 a 21/12 )

Símbolo:  

O Machado simboliza a aventura do desbravamento e o ingresso num mundo novo. Seu uso era imprescindível para o cotidiano dos ciganos: graças a essa ferramenta, a árvore podia ser transformada em lenha para cozinhar e em madeira para sustentar as tendas. Portanto, o Machado está associado à destruição dos obstáculos e à ação do homem sobre a natureza.

Características: 

O nativo de Machado tem a missão de abrir novos caminhos. Constantemente, a vida lhe impõe situações que o obrigam a desbravar fronteiras e ultrapassar obstáculos. Isso se aplica a todos os setores de sua existência. O Machado está sempre enfrentando situações novas, e uma boa parte desses desafios ele busca por vontade própria. Uma vez tendo conseguido seu intento, parte logo para o próximo embate. No trabalho, por exemplo, ele se caracteriza pelo pioneirismo
e pelo ímpeto de fazer coisas originais. No amor, não se conforma em ficar acomodado a uma situação insatisfatória. Ele ousa, busca surpresas, aprimora o relacionamento de tal forma que uma nova emoção se apresente a cada dia. Se o parceiro não compartilhar do seu entusiasmo, o nativo de Machado terá dificuldade em se manter fiel. Ele ama a aventura em todas as suas manifestações: é apaixonado por esportes e viagens, gosta de manter contato com novas culturas e, acima de tudo, está sempre em busca de conhecimento - aprender é o seu lema. Idealista e dono de um senso de justiça bastante apurado, você luta pelas coisas que considera corretas e se rebela contra o conformismo.

Planeta regente: Júpiter



Ferradura ( de 22/12 a 20/01) 

Símbolo: 

A Ferradura simboliza a boa sorte, mas também representa o esforço e o trabalho. Usada em animais como o boi, o cavalo e a mula, ela está associada à luta pela sobrevivência. Portanto, este signo indica uma vida árdua, mas o fator sorte garante que o esforço será recompensado. Os ciganos acreditam que a Ferradura atraia prosperidade e ajude a afastar as energias negativas. 

Características: 

Você tem uma forte ligação com a terra. Levando-se em consideração que seu símbolo - a ferradura - é usada em animais que puxam arado e desempenham outras funções agrícolas, pode-se afirmar que a melhor maneira de você se fortalecer é manter um contato estreito e freqüente com a natureza. 
Trabalhador incansável, você luta por conquistar a estabilidade nos planos profissional e financeiro. Nem sempre você faz o que gosta, e talvez a vida lhe negue a oportunidade de seguir a carreira dos seus sonhos. Mesmo assim, você aprenderá a amar o seu trabalho, pois terá consciência de que é ele que lhe proporciona o seu sustento. 
Nos relacionamentos afetivos, você gosta de um jogo aberto: o mistério e a aventura até podem fasciná-lo a princípio, mas sua tendência será buscar uma pessoa confiável e de personalidade forte para ficar a seu lado. Embora não faça o gênero romântico, você é capaz de amar intensamente, e será muito feliz se o seu parceiro permanecer fiel e verdadeiro. Ao assumir um compromisso definitivo, o nativo de Ferradura tem a intenção de que ele dure para sempre. Por isso, ele reluta em aceitar o fracasso de uma relação. É muito importante que a pessoa nascida sob este signo não se feche para o amor caso algum dia sofra uma decepção. 
Seu desafio é criar coragem para lutar e ser feliz!

Planeta regente: Saturno



Postado por Fatima Amaya Silva / Gypys Alexanra Kali Amaya Marques.

Magia Divina Riscada / Magia Divina das Velas

Magia Divina Riscada

 

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Apenas os iniciados podem fazê-la para outros, quem não for, somente poderá fazer para si mesmo. ****

A magia se escreve com signos, símbolos, traços retos e traços curvos.

Mas em verdade, escrever magia é abrir, numa superfície plana (uma madeira, uma lajota ou no próprio solo), um espaço mágico e afixar dentro dele as ondas vibratórias das divindades, riscando-as e ativando-as.
As ondas vibratórias dos Tronos são muitas e cada uma tem uma forma de fluir somente sua, ainda que todas se assemelhem.

Nós temos à nossa disposição ondas retas, ondas curvas, ondas raiadas, ondas espiraladas, ondas entrelaçadas, ondas cruzadas, ondas coronais, ondas caniculares, ondas bifurcadas, ondas tripolares, ondas tetrapolares, ondas pentapolares, ondas hexapolares, ondas heptapolares, ondas octopolares, ondas eneapolares, etc.


Enfim, existem muitos tipos de ondas vibratórias naturais, sendo que umas são ondas puras, outras são ondas mistas e outras são ondas compostas.

As ondas puras são transportadoras de energias, vibrações e magnetismos puros das divindades, conhecidas como ondas fatorais.

As ondas mistas são transportadoras de energias, vibrações, magnetismos complementares entre si, e são denominadas de ondas elementais.

As ondas compostas são as resultantes da fusão de muitos tipos de ondas puras ou de ondas mistas e são transportadoras de um amálgama energético, magnético e vibratório poderosíssimo.

Em magia, as ondas compostas são muito usadas e nós as fundimos dentro de um espaço mágico, riscando-as e ativando-as magisticamente.
Escrevemos vários tipos de ondas e, APÓS EVOCARMOS OS TRONOS QUE AS IRRADIAM naturalmente de si, ativamos um campo eletromagnético e criamos um pólo mágico vivo, capaz de irradiar-se e alcançar outros níveis vibratórios e outras dimensões da vida.

Cada onda vibratória escrita em um espaço mágico, assim que é ativada, liga-se à sua tela vibratória planetária multidimensional. Regida pelo Trono que a irradia de si mesmo e a sustenta totalmente apenas com seu poder mental.

Às vezes, nós não escrevemos toda uma onda vibratória que cruze os sete níveis vibratórios positivos e os sete negativos, mas sim, somente escrevemos uma pequena parte dela. Parte essa que denominamos de signo mágico.

Os signos mágicos são pequenos traços, mas que, em magia escrita, simbolizam uma onda vibratória completa e têm tanto poder de realização quanto elas. Nós os vemos nos antigos livros de magia.

Os magnetismos dos Tronos formam pólos eletromagnéticos com formas bem definidas, e que são os símbolos mágicos ou religiosos reunidos nos livros de simbologia à disposição dos leitores, mas aos quais faltam os fundamentos que os originaram. Dar uma interpretação pessoal a um símbolo é uma coisa. Interpretá-lo segundo seu real significado esotérico ou oculto, aí reside a diferença entre conhecimentos fundamentais e uma mera compilação.

As ondas vibratórias são as que formam as telas planetárias dos Tronos e nas quais refletem todos os nossos atos, palavras e pensamentos, onde são gravados e ficam impressos como nosso carma.

As ondas eletromagnéticas ou ondas transportadoras de energias são aquelas que fluem através dos níveis vibratórios das muitas dimensões e planos de vida existentes nesse nosso abençoado planeta.

A fusão de ondas puras ou mistas, que dão origem a signos, símbolos e ondas compostas compartilhadas por vários Tronos, torna impossível a identificação peremptória de qual deles é seu regente principal porque todos eles as irradiam naturalmente e as usam quando são evocados magisticamente.

Há livros de magia de pemba ou de pontos riscados que são compilados por pessoas que pesquisaram o assunto e vão colecionando os pontos de trabalho, de firmeza de descarga ou de corte de magias negras, todos riscados por guias de lei de Umbanda.

Nós, observando os pontos riscados, os vemos como verdadeiros. Mas apenas indicam a quem pertencem. E muitas vezes vemos que até isto está errado.

Esperamos que de agora em diante as confusões e interpretações errôneas cessem, e as pessoas interessadas por magia riscada aprendam que sem o conhecimento das ondas vibratórias, dos magnetismos, dos signos e dos símbolos sagrados dos Tronos, escrever sobre tais assuntos é pura especulação.

Saibam também que, quanto maior for a abertura mental dos médiuns, mais os guias da lei de Umbanda recorrem aos pontos riscados. E quanto menor for essa abertura, menos eles recorrem, deixando de usar um recurso poderosíssimo, que dispensa maiores esforços para cortar demandas e magias negativas e para descarregar os centros onde atuam e as pessoas que os consultam periodicamente, tornando muito trabalhosa a ajuda que dão aos que recorrem a eles.

O uso da magia riscada é antigo, porém os magos do passado riscavam sem conhecer os fundamentos por trás dos símbolos. Hoje, estes fundamentos foram abertos pelo Astral Superior.

Exemplo de uso


Esta magia é ótima para o direcionamento, para afastar espíritos perturbadores, para fortalecer o mental e para limpar os ambientes.

Em princípio, devem ter à mão giz ou pemba branca e uma vela branca e sete velas verdes, pois será usada a magia riscada em união com a magia das velas. Risquem no chão, ponham as velas nos lugares indicados, acendam-nas, ajoelhem-se e fiquem numa atitude de respeito e consideração.

Façam a seguinte evocação:

Eu evoco Deus, evoco seus Divinos Tronos, evoco sua Lei Maior e sua Justiça Divina, assim como evoco os Tronos aqui firmados* e peço que ativem este espaço mágico para que eu seja beneficiado nas minhas necessidades pelos poderes divinos aqui inscritos e firmados. (Após fazer esta evocação mágica, diga quais os benefícios desejados).

Permaneçam uns dez minutos ajoelhados ou no centro da mandal concentrados antes de irem cuidar dos afazeres mundanos.

Após as velas apagarem, pode limpar o chão que a magia continuará no lado etérico. Cuidado para que as velas não provoquem um incêndio. Podem pôr forminhas ou pires embaixo das velas.

Lembrem-se : esta magia é uma bondade que as Forças Superiores concederam a nós. Fazê-la não torna ninguém um iniciado na Magia. Tenham sempre em mente que, ainda que a magia divina não possa ser usada negativamente, só o fato de tentar usá-la desta maneira já descarrega sobre o seu usurpador as conseqüências cármicas de seu ato. Nunca queiram fazer o bem à força. Cada um tem o que merece. Quer ajudar os outros? Seja você mesmo um foco irradiador de luz. Apenas os iniciados podem fazê-la para outros, quem não for, somente poderá fazer para si mesmo.


Também não é condizente levar uma vida desregrada e depois achar que os Tronos cuidarão da sua vida. Quer um benefício? Seja digno dele.

* Esta é a evocação básica que todo mago divino utiliza antes de qualquer operação mágica. Por isso que a Magia Divina não tem um lado negativo.

Magia Divina das Velas




  • AVISO : Recomenda-se que leia as matérias sobre Magia Divina e sobre as Divindades e Tronos de Deus antes de iniciar esta leitura.
 As velas, em si, são um mistério religioso disseminado por todas as religiões do mundo e só algumas não a adotam. Mas se soubessem que elas têm uma utilidade importantíssima, com certeza também adotariam o seu uso durante os rituais.

As velas são um substituto muito prático às piras ardentes da antigüidade, nos remotíssimos cultos às divindades do fogo, saudadas com tochas ardentes ou fogueiras.
O fato é que as velas são um mistério em si e, quando acesas magística ou religiosamente, são um poderoso elemento religioso mágico, energético e vibratório que atua no espírito de quem receber sua irradiação ígnea.


O uso religioso das velas justifica-se porque quando as acendemos, elas tanto consomem energias do prana quanto o energizam, e seus halos luminosos interpenetram as sete dimensões básicas da vida, enviando a elas suas irradiações ígneas.


É essa capacidade das velas que as tornam elementos mágicos por excelência, pois por meio de suas irradiações e suas vibrações incandescentes é possível todo um intercâmbio energético com os seres que vivem em outras dimensões e com os espíritos estacionados nas esferas ou níveis vibratórios positivos e negativos.

Essa capacidade delas justifica seu uso até quando são acesas para o espírito de alguém que desencarnou, pois ele irá receber um fluxo luminoso, curador de seu corpo energético, fortalecedor de seu mental e terá seu emocional reequilibrado, caso tenha sido atraído pelo magnetismo de uma esfera ou nível vibratório negativo. Mas caso esteja em alguma esfera positiva e luminosa, também receberá o fluxo da vela do mesmo jeito, incorporando-o ao seu corpo energético e fortalecendo seu magnetismo mental.

Saibam que o fluxo irradiante de uma vela, se for ativado por sentimentos virtuosos, é muito positivo e gratificante a quem o receber.


Só que, no caso de quem ativa negativamente uma vela contra alguma pessoa ou espírito, acontece uma reação imediata e fulminante da Lei Maior e da Justiça Divina, pois quem a ativou perdeu sua própria luz e, com o tempo, a dor de quem foi atingido retornará e o atingirá com o rigor da lei.

Nem é necessário dizer que uma magia divina jamais poderá ser ativada com fins escusos. Ela simplesmente não funcionará, mas a reação virá do mesmo jeito.


Portanto, uma vela só deve ser acesa por um bom motivo e por sentimentos virtuosos, pois, na mesma proporção, a Lei Maior retribuirá com luz Divina quem deu luz a alguém necessitado ou merecedor de suas irradiações.


O ato de acender velas brancas ao Anjo da Guarda é muito positivo e funciona mesmo. Ele tanto a usará para atuar em favor da pessoa guardada por ele, quanto para energizar-se com uma irradiação ígnea poderosíssima, capaz de acelerar imediatamente suas vibrações e expandir suas irradiações mentais, pois como já comentamos, seu mental será fortalecido.

As velas usadas nos templos têm o poder de consumir as energias negativas e os miasmas que são descarregados pelos seus freqüentadores dentro de seu campo eletromagnético, assim como, num intercâmbio energético, recebem da divindade à qual foram consagradas um fluxo de energia Divina que se espalha pelo altar e irradia-se pelo espaço interno, alcançando quem se encontrar dentro dele.


Magisticamente, as velas criam passagens ou comunicações com outras dimensões da vida e tanto podem enviar-lhes suas energias, como podem retirar delas as que estão sendo necessárias a alguém.

Por isso, toda oferenda, ritual ou solicitação de auxílio às divindades e aos guias e protetores espirituais deve ser precedida do ato de acender uma ou várias velas, pois suas ondas serão usadas no retorno e trarão a quem oferendou ou solicitou auxílio um fluxo energético natural (de elemento), ou Divino (de divindade), ou espiritual (do espírito guia).


Em magia, o uso de velas é indispensável, porque são elas que projetam ou captam as energias mais sutis, assim como abrem campos eletromagnéticos limitados ao campo ativo delas, mas que interpenetram outras dimensões, esferas ou níveis vibratórios.

Quando um desses campos eletromagnéticos é aberto magisticamente, ele permanecerá ativo até que seja fechado ou redirecionado contra quem o ativou. Isso caso seja uma magia negativa, pois caso ela seja positiva, não há por que fechá-lo, certo?

O fato é que a umbanda e outras religiões recorrem intensamente ao uso das velas e as usam:

Para iluminar seus altares e suas casas das almas ou cruzeiros;
Quando oferendam às divindades ou aos guias protetores;
Para magias positivas ativadas para cortar demandas, magias negras, feitiços, encantamentos etc.
Os resultados são ótimos e, na maioria das vezes, benéficos, pois só se beneficia realmente quem é merecedor, já que o uso das velas atende a necessidades religiosas regidas pela Lei Maior e pela Justiça Divina em seus recursos mágicos.

Magias negativas, tais como acender vela preta em cima do nome ou da fotografia de alguém; escrever o nome de alguém em uma vela e depois acendê-la de ponta-cabeça; acender velas para amarrar marido, amante ou namorado; acender velas para fechar os caminhos ou as portas de alguém ou para afundar-lhe a vida são entendidas como fraqueza ou negatividade de quem o faz e não demora muito para que a Lei Maior e a Justiça Divina providenciem os merecidos choques de retorno ou punições exemplares a quem recorre a essas magias condenáveis.


Tudo é só uma questão de tempo, pois se podemos agir positivamente, então nada justifica o mau uso que dão às velas e aos mistérios mágicos negativos que são ativados quando são acesas com interesses mesquinhos ou desumanos.

Cor das velas e seus respectivos Tronos

Trono Masculino da Fé vela branca
Trono Feminino da Fé vela branca ou azul-escura
Trono Masculino do Amor vela branca ou azul-clara
Trono Feminino do Amor vela rosa ou azul
Trono Masculino do Conhecimento vela verde ou branca
Trono Feminino do Conhecimento vela magenta ou vermelha
Trono Masculino da Justiça vela branca, marrom ou vermelha
Trono Feminino da Justiça vela laranja
Trono Masculino da Lei vela branca, vermelha ou azul-escura
Trono Feminino da Lei vela amarela
Trono Masculino da Evolução vela branca ou violeta
Trono Feminino da Evolução vela branca ou lilás
Trono Masculino da Geração vela branca ou roxa
Trono Feminino da Geração vela branca ou azul-clara


Observação : as velas brancas e douradas podem ser usadas para todos os Tronos.

Exemplo de uso

Magia para anular ou descarregar de uma casa todas as energias negativas acumuladas dentro dela.

  • 1. Acenda sete velas comuns coloridas em círculo, nesta ordem: branca, azul-escura, vermelha, amarela, laranja, violeta e marrom. Devem ser acesas em sentido horário.

  • 2. Façam esta oração:Eu evoco Deus, evoco seus Divinos Tronos, evoco sua Lei Maior e sua Justiça Divina, assim como evoco os Tronos aqui firmados* e peço que, pelos poderes evocados, todas as energias negativas existentes dentro desta casa sejam anuladas, descarregadas e queimadas dentro deste círculo mágico das Sete Chamas Sagradas. Também peço que caso tenha dentro dela ou com as pessoas que aqui vivem, espíritos obsessores, desequilibrados ou sofredores, então que eles sejam puxados para dentro deste círculo e sejam encaminhados aos seus devidos lugares de merecimento, deixando de sofrer ou de nos perturbar. Amém.
* Esta é a evocação básica que todo mago divino utiliza antes de qualquer operação mágica. Por isso que a Magia Divina não tem um lado negativo.

Fonte: Magia Divina das Velas
Autor: Rubens Saraceni
Editora: Madras 



Magia Divina

 Magia Divina 

 
A Magia Divina não recorre à nenhuma prática contrária à Vida, à Lei Maior e à Justiça Divina. A Magia Divina, ou Teurgia, é uma Magia Iniciática ou Alta Magia que pode ser praticada pelas pessoas, independentemente da formação doutrinária ou crença religiosa delas. Não pede nada mais que a crença em um Deus Criador e a crença em Hierarquias Divinas regidas pelas Divindades.

A Magia Divina não tem um “lado negativo” e os seus praticantes não recorrem aos mistérios opostos aos mistérios da luz. Ela não é “dual” e não tem nenhuma possibilidade de ser invertida e usada para prejudicar a quem quer que seja. Aliás, condena-se veementemente o uso das “magias negras” por pessoas que têm nela um meio de extravasar de forma covarde e traiçoeira seus sentimentos de ódio, ciúme, inveja e afins, já que elas estão afrontando as Leis de Deus e os princípios da Vida e devem ser vistas com piedade porque ainda não desenvolveram uma consciência e são pessoas emotivas e instintivas.

Na Magia Divina só se evocam poderes Divinos sustentadores da Vida e dos meios onde ela se sustenta e evolui e, justamente por esse caráter, a Magia Divina é um refreador poderoso de todas as formas de “magias negativas”. Seus praticantes não se intimidam diante dos supostos poderosos magos das trevas encarnados ou não.


A Magia Divina traz em si os meios (forças e poderes) capazes de purificar de forma positiva os espíritos à margem da Lei Maior e, também, de anular gradativamente o negativismo e a maldade das pessoas que a praticam, pois as livra das hordas trevosas que tanto auxiliam com têm nessas pobres pessoas seus portais encarnados. Mas a Magia Divina não se destina só ao combate incessante às investidas dos espíritos trevosos, já que um Mago iniciado usa dos conhecimentos que lhe foram transmitidos durante as suas aulas iniciatórias e usa dos poderes Divinos perante os quais se iniciou para plasmar no lado etérico toda uma aura luminosa e protetora das pessoas que a ele recorrem.

Aos magos iniciados também é ensinado como curar espíritos sofredores “encostados” nas pessoas, realizando isso unicamente através de procedimentos magísticos, dispensando o “transporte” ou incorporação deles para que sejam beneficiados com o auxílio indispensável para que retomem suas evoluções. Os espíritos mestres da Magia Divina acolhem todos os espíritos curados e abrigam todos eles em moradas espirituais destinadas ao amparo e ao esclarecimento deles.

Mas um mago iniciado na Magia Divina realiza mais que isso e tem o conhecimento indispensável e outorga Divina necessários para atuar nos corpos espirituais das pessoas atendidas por ele, e é capaz de alcançar seus níveis mais profundos e realizar “cirurgias espirituais” durante as quais são retirados desses corpos profundos “inclusões” nocivas ao bem-estar delas.

Todo o trabalho magístico realizado por um Mago praticante da Magia Divina visa ao benefício das pessoas atendidas por ele.

Assim, a Magia Divina é um bem Divino, colocada à disposição de todos os que desejarem praticá-la com fé, amor, respeito, confiança e determinação. Com sua dinâmica própria, adapta-se às necessidades dos seus praticantes, não obrigando ninguém a renunciar ao seu modo de ser, pensar ou agir.

No estudo da Magia Divina, o iniciado é “apresentado” a Deus e às suas divindades, e na sua iniciação consagra-se a Ele como Seu servo, Mago e instrumento de Sua Lei Maior e da Sua Justiça Divina, sempre pronto para serví-lO quando for necessária a sua atuação magística.

O Mago praticante de Magia Divina é um servo de Deus, da Sua Lei Maior e da Sua Justiça Divina e, consciente disso, não espera para si maiores benefícios que os que Ele concedeu-lhe quando o criou. E não alimenta o sentimento de superioridade porque sabe que não o é em momento algum ante os olhos de Deus.

Um praticante da Magia Divina sente-se um irmão da humanidade e trabalha magisticamente em benefício dela, não esmorecendo em momento algum e não se deixando abater ante as dificuldades e os infortúnios que visam prová-lo e a desenvolver a boa têmpera, indispensável a todo servo de Deus e instrumento da Sua Lei Maior e da Sua Justiça Divina.

A Magia Divina é a manifestação de uma poderosa vontade superior, emanada pelo Divino Criador e por Suas Divindades, vontade essa que foi trazida dos mais elevados níveis vibracionais da criação por um grupos de espíritos ascencionados liderados pelos amados mestres Magos da Luz, sempre amparados pelas Divindades emanadoras dessa vontade superior, e que são os sagrados Tronos de Deus!

Os graus da Magia Divina são em número de 77 mas serão descritos apenas 22 :

· Magia das Sete Chamas Sagradas
· Magia das Sete Pedras Sagradas
· Magia das Sete Ervas Sagradas
· Magia dos Raios Sagrados
· Magia das Sete Espadas Sagradas
· Magia do Tempo
· Magia Telúrica
· Magia Eólica
· Magia das Sete Cruzes Sagradas
· Magia dos Sete Escudos Sagrados
· Magia Aquática
· Magia dos Gênios
· Magia dos Elementais
· Magia Energética
· Magia das Sete Lanças Sagradas
· Magia das Sete Flechas Sagradas
· Magia do Pó
· Magia Angélica
· Magia Arcangélica
· Magia das Sete Estrelas Sagradas
· Magia das Sete Pembas Sagradas
· Magia dos Sete Triângulos Sagrados

O primeiro grau fundamental é a Magia do Fogo ou Magia Divina das Sete Chamas Sagradas. Sua simplicidade e facilidade de apreensão são as responsáveis pela sua receptividade entre os adeptos da Magia, e a sua praticidade abre as portas para seus praticantes trabalharem com ela onde quer que estejam, já que dispensa paramentos e rituais que dificultariam sua aplicação.

O Mago praticante da Magia Divina é alguém que trabalha onde deseja, já que ele é o elemento ativo dessa Magia. Ele é o seu depositário; é o seu ativador e é o instrumento da Lei Maior e da Justiça Divina, praticando-a onde e quando achar necessário.